CURSO DE DELPHI PARTE II A PRIMEIRA REVISTA BRASILEIRA DE MICROCOMPUTADORES INTRANET : PORQUE ELA VAI INVADIR SUA EMPRESA MAIS SOBRE VARIAVEIS E DESENHOS NO AUTOCAD BANCOS DE DADOS E ORIENTACAO A OBJETOS ADICIONE ESTILO A SUA HOME PAGE DICAS INTERNET PARA OS 2 m m TT- *P 9* >C Ml *** ~~ NO BITS HBYTESUIVIA'DTCA r IM?5rt?ANf A MAmiTENCAOiPEiSUA JATO DEjfflTA MM WWffP 4UQW>wUM|plHnHPI ASTRO PRESENTATION U ■* AftT$ * LETTERS Map* astral no Window*' nnWf^fompteto- Oflrttt editor graftc| g *..i ' i ' j"L i a i| qs** & ' 1 ' ' ' """ " : ; "~ ?& &*«£ [& •' "', t r t COBt: 3 posi^o musical. TOP OBAViT'2 MEDIA ent« edjtpr gr6f ico. Cat&ta#*icJor pri (•jLfmiJkji> am LABtl/OeSf PRECODECAI Ru3 &cli? do'Seiemi cylrtjoiio ilu rifilPnJi;dO'noy),d^cit'riii ! rt-tk itiizft- ft i i y j//w w v/ j a, MA EM OBOU^TSS: RS 18.00,,.. f- not mi. Jfe Centra- 1. "OHBMO ih.ou;:,fax (0 ' ' il : yj,')c:.],bd [j*» ■^1 .u*MM Editor Geral Antonio Marcelo Editor Adjunto MagnoAraujoFilho DiretordeProducao Marcelo Zochio Roda9ao MarciaCorrfia Consuftorla Tocnlca Marcelo F.Vianna Colaboradorea : Roberto Calvet LeandroLoureiro Carlos A. Thorn pson.PhD LeviLuz Sfirgio Rodas Marcelo F.Vianna Eduardo T.Morelli Lafercio Vasconcelos VendadeAsslnaturas Sao Paulo PauloAzambuja Rio do Janeiro Tel/Fax:(021) 591-9649 Wallace do Carmo Nordeste Marcio Augusto N. Viana Rua Independencia, Salvador- BA Tel: (071) 36^8331 Arte MarceloZ6chio e Leandro Loureiro Dlstilbulcao Fernando ChinagliaDist.Ltda Atslnaturas 1 ano R$ 60,00-2 anos R$ 120,00 Os artigos publicados sao de responsabilidade Onica e exclusivamente dos autores. Todos os direitos de reprodu?ao do conteQdo da revista estao reservados equalquerreproducao.comfjnalidadecomercialou nao, so podera serfeita mediante autorizagao previa. Transcribes parciaisdetextos para comentariosou referfincias podem ser feitas, desde que sejam mencionados os dados blbliograficos de Micro Sistemas. A revista nao aceita material publicitario que possa serconfundido com materia redacional. Endere$o:Caixa Postal 18347 RiodeJaneiro-RJ-CEP: 20722-970 Tel/Fax: (021) 591-9649 Jomallsta: DolarTanus RS430 No momento no qual escrevi este editorial, estava lerminada uma experiencia que rendeu para a equipe tecnica da MS um artigo e a prova de que a tecnologia usada na internet tern muitas facetas. A Intranet, a nova buzzword do momento estd mostrando que a integragdo das pessoas com a informacdo e um fato inexordvel. Hoje o ser humano se encontra mats integrado e atento aos fatos do mundo, jd que literalmente temos mformacoes nas ponlas dos dedos. As grandes empresas estao usando a Intranet para vdrias coisas: treinar pessoas, disponibilizar informagoes, criar grupos de discussdo, similares a grande Web, numa estrutura micro ( comparada ao mundo, claw...). Em nosso artigo vamos explicar de forma mats prdtica a Intranet e tentar mosirar o caminho para seu uso deniro das empresas. E as series estao fazendo sucesso, principalmente a de Matemdtica e Computacdo Grdfica do Prof Thompson, que tern rendido vdrios comenldrio de nossos leitores e ate de alguns articulistas. O curso de Delphi jd nos rendeu tambem vdrios e-mail's, e a certeza que estamos indo pelo caminho certo. MEA CULPA : Agora a sec.ao desculpas, primeiro a Regiana Cianconi que foi co-autora do artigo Documentos Hipertexto de Sergio Rodas, publicado na edicao 155, seu nomc nao apareceu e agora vamos fazer a dcvida homenagem . Segundo a todos nossos leitores que nos tern alertado sobre os problemas de revisao. Estamos trabalhando duro para resolver isto, digamos que agora estamos comecando a afinar nosso ritmo com o da revista e esperamos melhorar cada vez mais ( continuem chamando nossa atencao quando necessario ! ) De resto, aproveitem a Micro Sistemas nesta cdicao e escrevam pois queremos e vamos reativar a nossa secjio cartas, sd depende de voces. Boa Lcitura, Antonio Marcelo - Editor Geral ffonseca@infolink.uom.br I I COLUNA DO LAERCiO Como montar seu prGprio PC - 4 Laercio Vasconcelos 22 INTRANET Antonio Marcelo 48 CURSO Delphi - Parte 2 Banco de Dados, SQL e como Eduardo T. Morelii 20 fazer uma aplicacao Universal Roberto Calvet 12 HOIME ftfflADE Descolando um Super $Caixa$ em HTML Sim City 2000 Um Breve Manual de Estilo Teste de Interface Carlos Eduardo Souza Lopes .. 16 28 Arquitetura e Hardware para SERBS Programadores Matematica para Comp. Grafica Marcelo Vianna 34 Carlos A. Thompson, PhD 40 Manipulacao de Variaveis e RAPSDSNHAS Desenhos no AutoCAD Dicas Internet para OS/2 Francisco Peres Sanches 44 Salvador Brumm 33 SEQOES BITS & BYTES HARD COPY CARTAS CD LAND HOT LINKS GAMELAND ..4 ..6 ..8 39 47 52 ifcJ o /»wtJ O Rio de Janeiro tern novo provedor ! No tiltimo dia 11/03/96 entrou no ar o Infolink Internet Server, um novo provedor carioca que esta oferecendo uma s6rie de novidades para o Internauta brasileiro. Com trinta linhas todas digitais com suporte 14.400, 28800 e experimentalmente 33.600 bps, com cerca de 12 gigabytes de informacOes e 18 cd's de programas, o Infolink entra pesado no mercado, afim de oferecer os melhores services de acesso. Com experiencia anteriormente como BBS, o Infolink tern como objetivo oferecer services como ftp, telnet, home pages pessoais, e-mail e www, o provedor oferece aos sens associados totalmente gratis o kit de acesso ja configurado para o acesso ao sistema. A equipe da Micro Sistemas, recebeu e analisou o Kit composto pelo Internet Navigator 2.0, o terminal Ewan para telnet, o Trumpet 2.0 , Winzip e o Lview. Acessamos o Infolink a velocidade, bem como a facilidade foram enormes e a qualidade do's services excelente. A INFOLINK Teleinfor- m&tica 6 uma empresa de prestacao de services e consultoria nas areas de EDI e Conectividade. Operando dois servigos online principais, o INFOLINK EDI, que prove atendimento personalizado ao mercado corporativo (associates e empresas de todos os tipos) e o INFOLINK BBS, para usuarios do mercado pessoal, entidades educacionais e profxssionais liberals. O INFOLINK BBS oferece toda uma gama de servicos que sao encontrados somente pulverizados entre BBSes. A empresa teve o euidado de concentrar no INFOLINK os diversos diferenciais encontrados no mercado, possibilitando hoje a atender a todos os objetivos dos socios, desde os que buscam entretenimento at6 os que necessitam de informacoes de elevado teor tecmco e cientffico. Para maiores contatos e inscricao para os servicos, basta ligar para o (021)512-4262 de 2400 at6 28800 e fazer sua inscricao online ou mandar um fax para (021) 512-4412. ::^aijbe;miji^^ea: fa&&&^$&->-£££*2&^' i A Anasoft esta\ lancando a prlmelra solucao multlmfdla para combater as lesoes por esfor^ mm repetltlvos (LER) que atlngem os usu&rios que *- uso Intenslvo do computador. Trata-e do St desenvolvldo para prevlnlr as doei manifestam nos dedos, maos, bracos, coluna, como fasclte, tenosslnovtte, ten em gatttho, sfndronw do tunel de carpo e da pescoco, entre outras. "Stretch-Erclse possul mals de 35 exerch tensai terapSutlcos, que auxlllam a a/Mar o estresse atraves "H vfdeos na tela do m/cro", descreve Esdras Akamlne, )for comerclal da Anasoft, destacando que o ide ser usado em casa e no trabalho. "E Lue o usuario precise abandonar sua mesa >", ressalta. Segundo Akamlne f a descricao ,w^J> monitor complementa a vtsuallzacao r ,nltlndo que o usu&rlo corrlja e aperfelcoe os Mfclos para relaxar os membros tonslonados, Saves da simples escolha da opcao View Exercises. m mmm ***4 * Canon p^sa*a/sar pel as" fevehdas da OffShdret urna das maiores distrlbit Moras de produto „ parajftfofiriatlcia $S pafs, *Com esta parcerlai re^ forgamos presenga de nossos produtos em tod as as regioes, ja que a OffShore, al§m de experiencia no setor, conta com mil pontos de venda no territdrio nacional", explica Cesar Rodrigues Silva v jr£E«t;e'= pate die nossas; stas de 49#£ quango r fcm^^/egTstraT' urn Jpofnlrito de 50% ern lao ao ano passado*V affrma ITuiz Carlos Mendonca, ylee- >reslder Entre os modelos jato de tlnta Elgin Cahon, que estao Sendb comerciallzados pel a OffShore, estao os dols lancamentos mals recentes: Elgin Canon BJC 210- colorida, com kit opcional para Impressao monocromatica. Elgin Canon BJC-4100- Monocromatica com alta velocidade e Diretor alta resolugao. LIMPEZA DA CABECA DA IMPRESSORA NAO PODE SER FEBTA COM COTONETE \ Apesar de a informagao estar em todos os manuais, muitos j usuarios domesticos ainda estragam a cabeca de impressao a jato de tinta, passando um cotonete embebido no alcooL Apesar de as informagoes necessarias constarem nos manuais, os usuarios estao "llmpando a cabega da Impressora" com um cotonete embebido em aicool, o que provoca a perda Imediata da precisao dos ejetores de tinta". Nos manuais das Impressoras Elgin Canon sempre constam informagoes sobre a limpeza do cabegote de Impressora: "Ha sempre uma operagao, que e reallzada pela propria impressora, tendo o usuSrio simplesmente que apertar alguns botoes, sem o uso de qualquer produto qufmico ou acessdrio". Em fungao deste tipo de equTvoco, recomenda-se que os usuarios lelam pelo menos uma vez o manual de sua impressora antes de adotar um procedimento que possa causar problemas aparelho. Se a duvida persistir, enre em contato fmediato com o suporte tecnico Suporte TAcnlco ELGIN CANON - Tel: 0800-126999 INTERNET - Guia do Usudrio Rrasiteiro Makron Books Jos6 Carlos Damski Sl Andre Valente Este Hvro da enfase aos usuarios brasileiros iniciantes e experientes, que desejam utilizar os recursos da Internet com eflciencia. Os autores tiraram de suas pr6prlas experi€ncias e dlflculdades dlcas e expllcacoes praticas que proporcionam uma Interagao multo agradavel. Todos os exemplos utillzam tecnologia existente no Brasil Conslderando que o usuario brasileiro so tern acesso ag v ^ slstema de correlo eletronlco, o Mvro demonstra como diversos servlcos Importantes, como FTP e GOPHER, pod em ser utritzados anpnae nntti,.n fittfrain j*lp*rntiir*i ..! n ■■ .- : . '■.■■■; ■■■.-■■ ..■■;■■■ *% j|^^y'MTIAN0? EsteS o prtmelfo ViwpuWicado em portuguSs Que foraece mm • linjguag^m lilMi. fornfec^ d^s « truques tanto para programadores com^des?^^^ '[■ ndrmas 40 design de paglna Web. ContSm^z^as de $xf rclctos VoM p0ej& examMaf e tf abator dos mats renomad^ ^rt^tas r ; e de^gaem-e ^pre^er £om^I#$ a mm pSgtoas de ajto Irrtpacto % i^M^^^^ ■ I #abiftcs ^cab^ ' ;| MiMk, llgue*S# e Idlseufeseus prowemas e difictfldatfes comos ii^po* <^dkciiilsi^mils c^^^rjdo^ Tudo teso atraves da :; : ^Ho^afi^: on*fine; que; wt& t nstaia em Jnstantes e pay^ga . • , : (2eet&u&6 H. Barao de Itapetininga,88 7 a and. cnj. 708 Centra -Sao Paulo -SP . Cep 01042-903 TELE -VENDAS (Oil) 256-2544 * tel/fax: (011)259-84301 Para pedidospor carta oil fax, enviar cheque nominal a CENTRAL I NFORMATICA LTDA, ou com provante de Depdsito Bancario. BRASIL ITA0 BRADESCO AC. AC. AC, 1202- 0170 0423- 5 C/C 104210-6 C/C 81767-0 ■S C/C 64402-1 c IAST6E8 xxb ch^thto 1 Acei tamos todos cartoes de CrecHto Tobelo Pramoclonal I Para adquirir CATAL0C0 ELETRONICO favor cnviar 01 disquete HD C5 1/4 OU 3 1/2) ou a quantia de R$2,00 e receba gratuitamente O PROGRAMA VGA-COPY AU 5 DISCOS MP DISCOS 70 A 19 DISCOS 20 A 29 DISCOS 30 A 39 DISCOS 40 A 49 DISCOS MIMA DE SO DISCOS 2,30 3,30 2,40 3,40 2,30 3,30 2,10 3,20 2,10 3,10 2,00 3,00 1,90 2,90 A0tO / AVENTURA ■IOGOS PC 7 AT - ULTIMOS LANCAMENTOS + DE 2.000 NOVIQAOES RPG WINDOWS J1228 02 HD ALADDIN (VGA/386) J1414 01 J1232 05 HD LODE RUNNER (VGA/386/4Mb) J1415 13 J1233 04 HD LODE RUNNER WINDOWS'*} 4 ]" °£ J124003 HDTHELIONKING(VGA/386/4MB) V.V.l S, J1244 06 HD IN EXTREMIS (VGA/386/4Mb) VZ\l ?~ J1257 02 HD BLACKTHORN (VGA/386/4MB) jijm 03 J1260 04 HD HERETIC (VGA/386/4MB) J1421 11 J1277 02 HO ALIEN CARNAGE (VGA/386) J1422 08 J12B5 02 HD DEPTH DWELLERS (VGA/386) J1423 05 J 1424 OS J 1425 07 J1426 OS J 1427 04 J142S 18 J 1429 21 J 1430 22 J 1431 20 J1432 27 J 1433 05 J1434 04 J1435 10 J 1436 03 J 1437 10 J1438 17 J1439 10 J1440 12 ADVENTURE J1Jl41 " J 1442 04 J1396 12 HD THE BIG RED ADVENTURE (486J J1443 02 J1400 08 HD SIMON THE SORCERER If (486) J' 444 03 „„^ ... 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J1215 09 HD QUEST FOR GLORY IV (VGA) J1247 01 HD UNIVERSE (VGA/3S6/4Mb) J124801 HDTHECLUE J1279 04 HDHOBOKEN J1294 07 HDKRONOLOG J13.14 06 HD BUREAU 13 HD HFA'94 EDITOR HD MAGIC CARPET It (48S/BMB) HDNBAJAM(48S/4MB)E HD WITH RAVEN (4B6/BMB) HD ABUSE (486/4MB) HD CAESAR H (486/BMB) HD DROID MACHINES (486/4MB) HDWiP£OUT (486/8 MB] HD WWF ARCADE GAME (486/BMB) HD ESPACE TUBE (486/4MB) HD PINBALL WORLD (38G/4MB) HD JAGGED AL1ENCE (48678MB) HD ESTREME PINBALL (486/8MB) HD PINBALL ILLUZION (48G/BMB) HD COMMAND &. CONQUER (486) HD CRUSADER , NO REMORSE (466) HD FADE TO BLACK (486/8MB) HD LION (4B6/BMB) HD NHL HOCKEY 9S (486/8MB) HD K1 TANK (386/4MB) HD NAVY STRIKERS (4BS/8MB) HD TEKWAR (486/BMB) HD HEROES OF MIGHT AND MAGIC HD FATAL RACING (486/8MB) HD SCREAMER (486/BMB) HD WARCRAFT II (48S/8MB) HD RAYMAN (4B6/SMB) HD DOG FIGHT (386/BMB) HD EMPIRE II (486/BMB) HD SETTLERS (386/4MB) HD MAGAMAN X (386/4MB) HD HOBOKEN (4B6/8MB) HD POCAHONTAS (486/8 MB) HD SCREAM BALL (486/8MB) HD RED HELL (386/4 MB) HDTYRIAN (38674MB) HD HOLE IN ONE (486/6MB) HD INCREDIBLE TOONS (386/4MB) J1168 07 J1171 02 J1187 04 J1252 04 J114505 HDAL-KADIM (VGA/386/4Mb) J1148 04 HD WARRIOR OF LEGEND (VGA/386) J115604. HD ISLE OF THE DEATH (VGA) HD DARK LEGIONS (VGA/386) HD DIGGERS (VGA/386) HD ISHAR 111 (VGA/38674Mb) HD WARCRAFT (VGA/3B6/4MB) J12SS07 HD MASTER OF MAGIC (VGA/4MB) J12S6 07 HDDARKSUNII (VGA/386) J126707 HD MEN20BERRANZAN(VGA/386MMb "\n 7 V% nk Lin M^ftnTp J127206 DD KNIGHT OF LEGEND (VGA/W) HD MSGOLF J1289 04 HD DIE SAGE WON NIETOON (386) J1343 08 HDDOMINUS (386/4MB) J1354 07 HD RAVENLOFT (MOUSE/386/4MB) LUTA J0198 01 DD TETRIS WINDOWS J0277 01 HD GAME COLLECTION WINDOWS J0525 04 DD CHESS MASTER 3000 HD BATTLE CHESS WINDOWS DD POWER CHESS DD CHESSQUIZ HD GAME PACK III HD GAME PACK I HD CM3000 J05S1 01 J0570 01 J0586 01 J0668 01 J0670 01 J0677 01 J0811 02 J0817 02 J0B62 01 HD MONOPOLY HD AT.C HD POKER WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS J0886 02 HD PINBAL FOR WIN DOW (VGA/3 86) JGB96 01 J0897 01 J0904 01 J0905 01 J0936 01 J1001 03 J1007 01 DD W1NCHESS HD CROSSWORD HD STELLAR HD CASTLE DD SOKOBAN HD CM4O0O HD COGITO J0405 01 HD 4D BOXING (VGA) J0451 01 DDNINJER J0S81 01 HDPH" FIGHTER J0744 01 HD DOUBLE DRAGON III (VGA) J0816 02 HD STREET FIGHTER II (INGLES) J095103 HD MORTAL COMBAT (VGA/386)":""'"; SSfflOPK J096106 HDSANGO FIGHTER (VGA) DD BLOCK HD METAL & LACE (VGA/386) HD SUPER FIGHT (VGA) HD BODY BLOW (VGA) HD LESSLE ANGEL (VGA/386) JD933 03 J0992 04 J0997 01 J10S5 02 J121705 J1010 01 DDBLITZER J05S2 02 DD S1MCITY J1 01 3 01 DD PENTONIMO J1014 01 DDOXO J101S01 DDSNAKES WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS WINDOWS HD ONE MUST FALL 2097(386/4Mb J10gg ' HD GRANfi MASTFR rHPSSHfifil J122405 HD STREET FIGHTER II TURBO J105902 NO GRAND MASTER CHESS(386) J1235 14 HD RISE OF THE ROBOTS(4Mb) ^,!q 2? 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II (3B6/4MB) J1398 02 HD 1HUNDERHAWK(386/4MB} ENVIAM05P/ rooo o BRASIL afc aoehda slbtrohica aoemda tihiho AMI SO ATLAS DB ANATOMIA BIBLIA C.A.T CASH FAST VC.4 CBFROO- vr , 2 CCLI crkhfroq vr. 2 CHE0UE WRITE Jit cobstitoicao COHSULTAfi KSDICAB COHTAS corrbhtes WANILHA SLBTROHICA 01KD 10739 IHPRIMK CHBSI'B FOLBA flOLIA 01DD A0711 ADHIBTlffTKXOOn E8 BffTOQUZS 01HD A0735 BIST. IIS ADH. DB JMPKttSAS DIED ADCGS AOBKOA FAXA ADTOOAWia OIDD A07 31 *EHIHISTfUU»RA DB VHCOLDO 01HD A07 3 3 AIM. TIB. HE CKEQ0E3 01EJD A07 34 AOIim»,CAU»mAHIO,BLOCO DB UJTXS 01DD AD* 5* vr.a.i A^sritA m cOHPROHisaoa 01eid adsit CODItK} DB DBFS9A DO C0H3DKID0R 01DD A017J B4TT7DO DA CABECA OIHD A0730 EOTUDO DOS EVAtmXLKOa Q3DD A04S5 COtmtOLS DB A0&I3. TXCHICA 01DD AC73I BIST. COHTAa A PAOAR/nadHEl 01DO A0496 MOT. DB COHTHOUt BAKOARIO 01DD AD3H CAnABTKO DB CLtBRTBB MUD ADC94 BIST. 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SSHA 91 STSOSV CONTAB A PAOAR/RECBBER 313TKMA DK OOKTAB K FAOAR/RBCEBSll 01CD A0399 COHFOT.DIO COStacO COHTABILIDADB CTLIV DARF DICIOHARIO DB INFORMATICA SISTSHA DB COHTADILIDADB vr.1.0 AUTOHACAO DB LIVRARJA3 VX.3.0 IHI3SAO DS DARF DICII DICIOHARIO IHOLEB-FORT. BCOHOHICO VT.l.Q rHDICADORZB BCOtTOHICOB EIJCTRIJ ORCAKEHTO EROJBTO BLBTR1CO BLKTROCSF Vr.3.3» F/ CONSOLTAO DE CKP FACIL VT.6.11D EDITOR DB TMtO FA8TF00D aORBHCIA RBSTAORAHTEB FICHARIO BLBTROHICO AOttNDA. CADA3TRO HE FRO0RAMA3 OIHD A0710 OJDO A044S OIUD A0«97 01DD A0718 01DD A0C53 (HDD A0IB3 01DD A05S3 OiDD A0471 D1HD A0737 01DD A079 01DD A017 3 giBflEL BlflTEKA BANCA SFVKO 3T7RO 1! ADH. DE BSCOLAB, ACADEHIA3 F/ ADH. DB CADSTRO DB TACIBUTB3 03DD A0413 SiaTEHA DB COHTROLB DB ESTOQtlS Giro A04B8 COHFLBTO BIST. DB FOLHA ns IAS Sf COHTROLB DE VIDEO LOCADORA BI3T. DB ATBim. EM CI.XSHTBB SIBT. COHTAS A faqar/rscbber vx.3.1 SISTEKA DE CORRECAO DB BALANCO MOHTA J050B FOR FRODABILIDADE vr.3.00 QEREBCIAHERTO DB VEMDAB VT.1.30 aERBHCIAMENTO DB FRECOS VT.3.00 OBRBHCIAKKHtP DK LOCADORA DISTR. EH JdRNAL/REVISTA CADA3TRO CHEQtm 3/rdHEO 9IOT. AUTOH. AO. DE TOHIOMO SHALL O.CASH HAHAOER FLOItO E3 CAIXA SHD VJT.3.0R SISTEKA DE MALA DIRBTA aOFTLOOIC HOKK FAST StSTIWA DB ORCAHENTO DOHEBT1CO SOFTLOOIC HOTS FAST AOBHDA DE COMFROHISSOS AOFTLOOIC 3TOCKFA9T S1STEUA EfK COI^ROLE DB ESTOQOB OOJTLOOIC BA1IX FAST SISTEKA DB CONTROLS DAHCARIO TRADUTOK TUTOR LOTOS SOD RSVISAO SOLAR TRADOZ TBXTO 1/ VARIOS IDICMAB EMS t HA A OSAR O LOTOS 113 TRAiai E IHFRIHB SBO HATA AOTRA OiVO A0411 02DD A041S 01DD A0SBS 01DD AO«S0 01DD A0SS7 DIED A0373 OIHD A0S55 01KD All 050 OIHD A08S7 01DD AD47 6 01DD A06SIS 01DD ADI94 01DD A0CSS 01DD A0615 01DD A0479 DICda A047 9 01DD A04S0 01DD A04S1 D1DD A0045 S1BO AA07 9 DIED A0419 ANTI-VIRUS Virus SCAN (ultima versao) Disponivel na Versao DOS Apaas KtS.OO (mm Sfarnmrt) TBAV VirusByte (Oltima versao) Disponivel nas Versoes DOS e Windows Apaas Kts,oo {versao Shatamt) Reconhece e retira virus conhecidos como: Trojector, Sto- ned, Michaelangelo, Athenas, Natas, etc. Antivirus fica re- sidente para alertar a entrada de um virus no computador. ZZ2 Cartao de visita microserrilhado Convlte Certlflcado Papel Cartao Envelope Mala Dlreta Para impressoras Laser e Jato de Tinta * Varias cores * Pacote p/300 cartoes R$ 20,00 Gostariamos de agradecer as diversas mensagens que a nossa equipe recebeu nestes tres meses a frente da : Revista Micro Sisteraas. Diversos foram os meios encontrados pelos leitores para se manifestar: em nossa caixa postal Internet (microsistema@axibase.org.br) todo dia ha* uma correspondencia nova; no FAX da f: inter fess(nto nao param de:chegat' solxcitagoes das mais diversas e por correio normal chegam muitas novidades! H£ material chegando de todos os pontos do Brasil, e at6 da Wanda! As manifestacoes tern sido tao variadas quanto os meios de envia-las... Muitas pessoas tern apoiado as i mudangas e gostado das transformagoes que estabelecem um lago com o futuro e o presente da informatica, sem cqntudo esquecer o principio que sempre tern orientado a nossa publicacao: ensinar a fazer e cobrir os ^ ^ Muito Gbrigadol Outras tantas apresentam as mais diversas sugestoes, e posso garantir, todas serao estudadas com carinho. Mesmo que nao possamos implementar ; •'"' algumas destas por motivos tecnicos, !procuraremos responder a todas elas aqui neste espago. Entretanto, algumas pessoas tern se. queixado que a Micro Sistemas tern se distanciado do leitor, pois nao publica.mais o trabalho dos mesmos e nem suas cartas . Muitos leitores gostariam tamb£m de ler artigos mais . voltados ao leigo e tecnicamente menos sofisticados. A estas pessoas, estamos respondendo reativando ; segoes como "Home Made" e "Rapidinhas", que apresentam trabalhos dos leitores e tambem a segao de r cartas, que ficou desaparecida por alguns numeros. Se voce tem uma dica quente sobre o uso de um deter- j minadb software, sobre uma linguagem programagao ou ate sobre networking, escreva-nos! Se voce quer mostrar para o Brasil inteiro o seu potencial como programador, mande-nos o seu codigo que nos o avalia- rernqs e o pubMcaremos!!! Estamos dando preferencia a programas feitos em linguagens de programagao t ■ ■: pamarnbienie ; Windows, mas nao nos.esquecemos do tradicional DOS: continuant valendo codigos-fonte : ^^^; - "■mm ^#^■'■.'■ em Clipper, C, Assembly, Pascal.:.; Bastaenviar o codigo-fonte em disquete e impresso, alem de uma autorizacao para publicagao. %-\^] Tambem estamos contactando nosso corpo de articulistas para escjevef artigos que permitem o novato ligar seu computadore %-il? 1 ^^ comegar a "fazer alguma cqisa, pois eu ainda me sinto meio 'jSf^h^. perdido..?'. Se voce tamb6mle Micro Sistemas, achaque a "%^%P revista esta com a ''bola alta" e sente falta de alguma coisa mais voltada para quem esta comegando, escre- va-nosi Sua sugestao sera mais do que bem recebi- "da!! ..'','■':,: : '.:":'■ ,-"■■■■■' Caro leitor: participe, pois a revista e sua! N6s fj sempre editamos uma revista criada pelos leitores f e para ps mesmos, e enquanto houver Micro Sister mas o nosso feejo dde continuar assim! Acom- parihe cada exemplar, pois como Editor deste peri- *6dico posso assegurar nosso objetivo e fazer com ■ que cada numero seja melhor do que o anterior! $ Obrigado e ate' a COMDEX Rio '96! JhiiP^^ ,■:■■■.■; #if~AiS : ;^-■:: : ^0^^^^^'^?;S■i■■::■:v^;:::.v::!■:^C'^■■■■^' . . :: - : - ; '-5V .. .\^. r :, ■ ::■■ ■■'■ ■■„&£&'■';.. MagnoBarreto de Araujo Filho Editor Adjunto Gostariade saber se a revista Micro Sistemas ainda imensaloupmsottd- , serbimestraLE wmreiagdoaonordes- 'te, ^cadayezinaiorad^culdadedese encontrar a revista aqui em Mqceio. 6 que voces podem fazer a respeito? ' . "' -. . ' ' i JtbraQosatodos. .,-■:". Cristino Hermano de Bulhocs ■'■■ ^ Maceib,AL - via Internet , MS Responded ■';■""- Repa-ssamos a men$agetn para nosso .' . distribmdor para que me$m6tomc a$ .- provid6neias'cablvei$ t A di;stnbui<$o '_'. pode'ter apresentado algjumas Siregtrfa-. '■ ridades 'durante esta fa$e de tran$ie;ao y e. : n6s. eneora|amos a todos que. estejatft' ; pa$$ando pdomesmo problems para nos escreyef. Qbrigado* Gostariade saber quqla Editora, eo gurar e Expandir seu PC 486/Pentium ", e comoposso qdquirir mesmo Uvro referido acima, Alexandre Pereira Machado < alexpm@utiisul-gw.unisul.rct-sc.br> yialnternet: Oiivro 3 eeHtadapela LVC^e 0; aiifpr ■0..o .GG. (Grande Gqm>.J-a^rci6 Yas- . - ■coned os", homem de-indubitavel sa« ■': : pitomdig^al.^-d eniereco d&tVjC | ".&.. Av>M6 Bcahcq K #3 6/28 I i : "•■' Ri o de "' Jaileirov RJ ■- CBP 2000 1 -970, telcV tone ■^■f02-I)"a&2-1776 e a FAX (021)'' 0/a amigos da Micro Sistemas! Gosta- via de informar que home urn pequeno ■ erro na revista no. 155, na reportagem ; especial sobre HOT JAVA. For v , ^._ publicada a home-page do Java (hup :l I : Marcos Bene^| : » : .^^. # J^ '*^fc,wvvHya.va^M^^co^,^o^^;e^^^ ■•;: !eme#M-.i^ :^^^e^^^riagem^peh-.tmbalho i rmU'- , : '- : '.\ .^(lo ^msfodas as revistas. ' Parabens ao pessoal da MS pclo tra- ite Ippsta do%a ititeteMg en$$: iUlisses %reiFL-Biretor da Smart k- informacoe, um^iesqiiisai^WW^prbcur.ando ■puwj^gdes brasileiraWm^m de ^fe^'ftesfpBosle; ffiofetyica, (...) Torc¶ q%e o mfu^h ■ ;^\ .- ? |. ; System Coflfcuttm- : ismartiSystcmfgin^ii^icxomibr ... ;Via Internet &*■$ . JPV "* ■ ■<■*' 1: . caso se$Lso o primeimde varhs conm. jP-W s eorrec 1 tatos emsinantes que a r$is%M>M J^ s 0$ cantos deste plamm, q$%z mm ■ vdiftcando cadavezmenorj!. Vmabrd^, !$%;> Stephen Mc^ :% Irlanda - ^illnterfiel^ P ' eiispelo novo visual mhssoc .. m V:' ''■■'■■:'>-^-'^-- ^' jJIF -Iff- da K0vis(a. Go'Slana de sugerir a vocis Mta reportagetn sobre o software de Iricessoa Internet "inter net in a Box?' emingl§s,comoconfigurarcorreta- menteequandq teremos aversdoem portugugs. Vocis poderiam publicar na revista os principais sites para download dear- .: quivos,bemcomowna lista dos princb paisprovedoresdeaeesso no Bmsil^ inclusive das BBS que tint acessod Internet. Obrigado pela atengdo. ^Eiugo Andre" Haffher : : vialnternet . MS Respond©: ' Suge^tOe$ano.tadaslJdestamoiip"ubii-' • ■ 'Cando sites WWW no "Hot-t ink's", mas yarnos tambeVn dar mna atencao aq que ba de itiferessante no mundo do FTP. Caws amigos da Micro Sistemas Eugostaria de parabenizd-tos pelo otimo uabalhoquevBm realizandoe gostariatampim defatef algumassu- gestoes, comopor exemplo, acho que o eddigo dosprogramas mostrados na revista deveriamficar disponfveis pf ddwnioadmalniernei.oquefarMitaria pi n6susudrios,pois poupana traba- Jho dedigitaedqGostaria tambimde sugerir quefosSem colocadas mats mate'rias sobre programagdo, princi- palmente em C/C++ e Assembly. Gos* tariaxambim de saber como eufagopi contribuir commaterial meu, pois sou programador, e tenho um otimo conhe- cimentoempmgramagdo avangada. Wenderson leixeira vialnternet ■■■ MSRespnnde: ; Todos os que desejarem contribuir para iMScom rffp^amas devern enviar para a sede da rcvista a listagem impressa do programs W disqytjto^d^pfefer&neia .' :. de J 1/2?) cW o C^^^* W* :.. ' '■ .- %ytfefsto : sugestteBq;uede omonas£rie"&>bre.. '■'^i^aipoik'f:abaWpataiim^^ a -/ ' :p*ogtani£cko em Assembly. Na Micro Sistemas nl5$ depez?5l :y Jan96Uumadicamuitointeressmte[ na (cotuna Hot links, Falaya da loja \ ■CDNOW onde possvet comprar ; 'CDs', videos, camisetas^eiC'A -, t ; CDNOW redtmetite # stria # organic] zada. Comprei dots videos eostece- ■ bi emcasaapSsU diets, Minha duvi- da quanwap imposto de importagao^ cobradopdra cottoprasacima de US$ 5Q,00, A taxa minima de transport •_ cobradapela lojai dews VS$ :; : 1680, Gostctria de sabers? 6 limite: de US$50MirtQlui^ta: t axa°u se o '■■ Unite re&m-se <^ Manaus* AM -via Internet ^mo$M ws e cada v * %prop6sttg, a col ptimar&&$de l\miiiha de corn ^ tyeftciosdmkflte, MS Responds Ja passamos : o probleitta para o nosso distribuidor,.. U estamos no ntirnet o . : 157, certo?? Se voce continuar a ter prpbl^mas para receber a MS/entre em ;comatoconbsc6l!l;';v.."';' : ".'' :-'■■.-. :. Hd pouco tempo comecei a acompa- ! %nkdr (nbvdmmte,:d4P<>k 4f 3 W 5 > " almcfo Sistemas ,'Tlve wteresse ^Mom^.^uiMimsXflMB ri ^ Postal 25096 - Rio de Janeiro - CEP 20552-970: '' Prezados Senhores, Estou dpreciando a simdeartigos sobreMatemdticaparaVomputacdo Grdjica. Gostaria m » revista ^ontm^ lassepmieawto, ddndo exemphs pn Unguagemcomo CoUPascat. TamMm gostaria clever explieagdo degrdficos com perspectiva. Achariamuito interes r same a publlca0o de exemplos de pro- gramas mpdgtwWWdam.Apreci* aria se vac£smeindicw$em algum \ tutorial sobre Assembly, depreferincia ;!; emPortugues. tHsdejddgradeco, "■ Beiiys Sene dos Santos - INFPE-CPTEC/ AreadeSupereomputapaq vialnternet ' ■ " :gre, RS - vifcterfiet *. .^I^ponde: .,. $* % ■. :- - Mx &mt d0 J° g0 da im P° rta?a ° m ^ H ■',"■■ ,pfinlteteon* cios ^ u -^»^* ' '- ; li|^.#flfcis onde Wi#wM gqsto mai sEspero^ue : os no^editores tor- W^^cme%ndd^am>mm^^° .. ** curso de Detmdo &UMerolS6. %mcos gaudfios *m- : Itodos, KL siconl@nU||besxoi "M^.;ReSpondef.. ;*| .llardo m$,M® e«de^e^ &■ At System Scrvi^os-Lliia; -Caixa ■* '-"Sk ...j, 1 . 1 - ■■■' - ■"■ ,,r, " : *■'■"' MSResponde: O Prof. Thompson prepara estas e oy- rts^sifcsas^ase^^elto^s! Agoarr ... . xjel C>-m)ssdGb«ttor Te J enieo.M3rQdo :., Vianna tambem esta prepamndo uma ■ : 's6Tie sdbte Assembly! ii'Acto'queMrevlstaMkro Sistemas &• "mria^rummdCPmpoUcomaior , ^ M programas gerenciadores e ^ desenvolvedomde banco MSResponde: JA temosum artigo sobre bancos de ; ..dad^e«ema^*ob|ew;nesiaedi- : .:: .. cao". Alu pessoal dos Bdsanandem suas "eotitfibuicdcS!!l ■:, "■ SOFTPRCK PLUS Um langamento de AV. RIO BRANCQ, 1 Sfi/ZB 1 1 CEP: 2Dn0 1-97D - CENTRD RID DE JANEIRO - RJ TEL: (D2 1) 262-1776 PABX FAXKGZD 262-3824 IJJJIAIAUJJJUJI.LIJJMJILJJJ smaMsa OS MELHORES PROGRAMAS DE SHAREWARE PELO MENOR PREQO BANNER UTDIARY STOCK LOCKOUT WEDSO WORDZ HSIM DMP281 WUK22 TPC12 CMGR11 ASEASY55 WAMPUM SKYGLOBE RECIPE FONT130 QCALC SBMUSIC APROPOS CRVPLOT CARS DAYO MERCURY GRPHCA22 DAYMSTR LABMAN BDRAWER CEREST230 FDRAW225 ADDRES25 BOO KG EZPROJ QFORMS STCKT700 TIMING CLOCK23 DATAMAN HOMEHELP FORMGEN2 ODAY WFLAGS TC23S YI2V23 EASYBANK PDT26 PCLC20 E ainda programas musicals para ouvir no PC SPEAKER e na placa SOUND BLASTER SOFTPACK PLUS © 82 utilitarios para MS-DOS em 14 disquetes de 1 2MB 26TIME20 DATEBOOK DIARY EZFORM HYHELPER SYSCHK PCMAG PKZ110 QED10 STS320 TPAINT GSETUP MEMORIA VIRUS! 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Basta fomecer o numero do seu cartao e a data de validade junto com o seu pedido, por carta ou por FAX. Numero do nosso FAX: (021) 262-3B24 Desejo Receber os Pacotes: ) SOFTPACK PLUS 1 ) SOFTPACK PLUS 2 ) SOFTPACK PLUS 3 ) SOFTPACK PLUS 4 ) SOFTPACK PLUS 5 ) SOFTPACK PLUS 6 ) SOFTPACK PLUS 7 TOTAL: RS 30,00 R$ 39,00 R$ 44,00 R$ 39,00 R$ 25,00 R$ 14,00 R$ 28,00 R$ Preencha Seus Dados: Nome: Endereco: Cidade: _ CEP: Estado: Tel. Para pedidos por carta, envie-a registrada, para: Laercio Vasconcelos Computacao LTDA. Caixa Postal 4391, CEP: 20001-970 Rio de Janeiro RJ Artigo Banco de Dados, SQL e Fazer Uma Aplicagao Roberto Calvet a tecnologia de banco de dados vem Jm evoluindo. Estamos com sistemas de banco j[J^ de dados relacionais de ultima geracao que implementam alguns conceitos de orientacao a objetos. Estamos com os bancos puramente orientados a objetos e com linguagens que nos permitem desenvolver ou implementar a orientacao a objetos em nossos aplicativos. Como tern sido essa transformacao ? Como realmente temos desenvolvido nossas aplicacoes ? Como podemos criar um aplicativo levando em conta todos esses conceitos ? Neste artigo iremos trocar algumas ideias e conceitos sobre banco de dados, SQL e como fazer com que nosso aplicativo seja independente do banco de dados utilizado. Existem duas maneiras: a primeira e utilizar os comandos de SQL comuns a todos os bancos. A segunda, que veremos no mes que vem, e encapsular as funcoes de cada banco em objetos. Nesta ocasiao utilizaremos os conceitos vistos nos dois ultimos artigos sobre OOP. BANCO DE DADOS E' interessante vermos como o banco de dados evoluiu e como o estamos utilizando. Existem quatro geracfies de banco de dados. Comecamos com os Sistemas de Arquivo. Podemos dizer que ele e nossa primeira geracao de banco de dados. Os dados eram classificados por categorias ou indexados por alguma chave logica. Foi nessa fase que se desenvolveu o conceito de registro e de um arquivo como grupo de registros. Temos como representantes desta epoca o VSAM (Virtual Sequential Access Method) e o ISAM ( Indexed Sequential Access Method) que rodavam em equipamento IBM de grande porte. Alias, rodavam nao, rodam ! Ainda temos muitas empresas (Spielberg e seu Jurassic Park que morram de inveja) com essa plataforma. Na terceira geracao temos os RDBs ( Relational Databases) que sao os bancos de dados relacionais. Aqui temos o aparecimento do SQL ( Structured Query Language), o qual explicaremos mais adiante e a independencia de dados com a interface do aplicativo. 1 P OODBs !.": SGBDs Relacionais % f' : ' Sistemas Hierarquicos I" Sistemas de Gerenciamertto de Arquivos IS 1 1 1 i ! i 1 1960 1 1 1 1 1 1970 1980 1990 2000 1 .If? A seguir, com a necessidade de uma maior capacidade e a compreensao de que o sitema de arquivos era um instrumento rudimentar, surgiram os SGBDs ( Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados). Neles as modelagens eram sempre orientadas aos registros, com uma unica por?ao de dados em cada campo. Esse modelo foi chamado de hierarquico. Foi neste momento que nasceram os conceitos de controle concorrente(i.e.variosaplicativosacessando simultaneamente o mesmo banco de dados), backup, recuperacao, seguranca, etc. !. *umm Artigo / Banco de Dados O formato relacional (tabelas, linhas e colunas) e simples e facil de entender. Quando os bancos de dados relacionais sao projetados, o processo de normalizac5o pode ser aplicado. A normalizacao elimina redundancias no banco evitando que partes dele estejam fora de sincronia e minimiza a quantidade de dados armazenados. Isso e uma vantagem sobre os sistemas anteriores. Atualmente, a maioria das empresas utilizam os bancos de dados relacionais. Ndo o cldssico, que e passivo (armazenamento de dados independente dos processos) mas o ativo, que e a ultima geragao de banco de dados relacionais. Podemoscitarcomoexemplo as ultimas versoes do Oracle, Sybase e Informix, os mais conhecidos dentre outros. bando de dados ativo toma certas agoes, automaticamente por assim dizer, quando uma operacao de insercdo, atualizagao ou exclusao e realizada. Essas novas versoes de RDBs possuem a mesma estrutura basica de banco de dados relacional, mas o sistema gerenciador do banco de dados e alterado para incluir controles de seguranca, de integridade ou computacOes automaticas. Muito utilnumambientecliente-servidor em que os clientes sao desconhecidos, Recentemente, entretanto, com a aumento da complexidade e variedade dos dados, o modelo relacional comegou a nao atender . Veja, os bancos de dados relacionais ainda sao os mais indicados para aplicacdes , como contabilidade, tipicamente transacionais. Nelas os tipos de dados sao simples e na maioria numericos. Mas, para dar suporte a programacSo orientada a objetos (OOP), a sistemas de IA (Inteligencia Artificial), a aplicac6es CAD (Computer Aided Design - projeto auxiliado por computador), entre outros, surgiram os bancos de dados orientados a objetos ou OODBs (Object-Oriented Databases). ALGUMAS CARACTERISTICAS DOS OODBS : 1 . Melhor desempeitho que banco de dados relacionais. Os objetos do banco se referem uns aos outros utilizando ponteiros. Este recurso, obtencao do objeto porpercurso, e muito mais rapido do que urn join de tabelas em um banco relacional. Ele tambem ganha em velocidade na forma de armazenar os dados em disco. 2. Banco de dados ativos Os objetos sao ativos. As solicita^oes fazem com que os objetos executem seus metodos (como vimos nas duas ultimas edi^oes). 3. Armazenamento de grandes objetos binarios Pode-se armazenar som, video, arquivos de voz e imagens, tipos de dados abstratos definidos pelo usuario, etc, 4. Persistencia de dados E a criacao de objetos que sobrevivem ao processo que os criaram. Isso ja pode ser encontrado, de certa forma, em alguns bancos de dados relacionais de ultima geracao. Eles sao chamados de Stored Procedures (procedimentos armazenados). Esses processos sao codigos, como se fossem pequenos programas, que ficam associados aos dados no banco e podem ser ativados por nossos aplicativos. BANCO DE DADOS RELACIONAIS X BANCO DE DADOS ORIENTADOS A OBJE- TOS Nao podemos decretar a morte do banco relacional. Muito pelo contrario. Em alguns ambientes predominant os objetivos dos bancos de dados relacionais. Em outros, como vimos acima, o banco relacional nao atende adequadamente as necessidades e os banco orientados a obj etos entram em cena trazendo maiores vantagens. Quando se deseja avaliar uma tecnologia de banco de dados sobre a outra, e necessaria a compreensao do processo de desenvolvimento dos aplicativos em questao. O leitor deve ter em mente que este processo nao e generalizado. Uma tecnologia de banco de dados nao e capaz de satisfazer a todo o universo de aplicativos que existem, A tendencia e que ambos os bancos coexist! rao.O relacional tern por objetivo a independenciados dados, Nele, os dados sao normalizados para que possam ser utilizados por processos ainda nSo previstos. O baseado em objetos tern por objetivo suportar classes com encapsulamento eutilizar os dados atraves dos metodos desenvolvidos. Ele tern independencia de classes, e nao de dados. SQL SQL (Structured Query Language) e uma linguagem padrao para o gerenciamento de banco de dados embora seu nome encerre uma contradicao : ela nem e uma linguagem estruturada e nem serve apenas para pesquisa de dados. Com o SQL podemos realizar : 1 - de integridade de transacoes Recuperagao de informagoes; 2 - Criagdo de bases de dados; 3 - Seguranga de acesso; 4 - Manipulagao das bases de dados e Controle. Caso o leitor nao saiba, existem ainda SQL2, que e o fruto de uma revisSo feita em cima do SQL em 1992 e o SQL3. Vale a pena falar um pouco do SQL3. Ele ainda esta sendo desenvolvido e com data provavel de conclusao para 1998. Entre outras novas caracteristicas esta a de suportar objetos e fungdes. Veja o exemplo abaixo : SELECT NOME,ENDERECO FROM CUENTE WHERE CUENTE.VOLUME_COMPRAS_ANO() >= 30 A classe CLIENTE esta sendo acessada por um SELECT que permite na clausula WHERE a chamada de uma funcao (VOLUME_COMPRAS_ANO( ) ). Temos aqui um exemplo de um metodo encapsulado que calcula o valor que sera utilizado no processo de selegao. Como Fazer Uma Aplicacao Universal - primeira abordagem Podemos dizer que quanto mais nossa aplicacao for independente do ambiente melhor. Isso e uma garantia de que voce poderautiliza-laemdiferentesplataformas (i.e. tipo de rede, banco de dados, hardware, etc.) com um minimo de aborrecimento (dizer nenhum seria exagero). Quando desenvolvemos um Arigo / Banco de Dados . ..... aplicativo que acessa urn banco de dados, seja em que Hnguagem for, temos a tendencia de utilizar em nossas funsoes de acesso ao banco comandos de sql que sao particulares destes. Isto e vantajoso se voce estiver, por exemplo, desenvolvendo um sistema para uma empresa que ja possui ou vai comprar toda uma estrutura de banco de dados, rede, etc. Neste caso, vale a pena voce utilizar todos os comandos que este banco vai lhe oferecer. Na maioria das vezes eles realmente aumentam a performance ou facilitam o acesso aos dados. Abaixo vemos um exemplo de uma particularidede do Oracle. SELECT NOME, ENDERECO FROM CLIENTE WHERECUENTE.VOWME_COMPRAS_ANO() >= 30 A tabela DUAL no Oracle permite que se facam contas rapidas e outras operacdes sem envoi ver dados de tabelas ou views. Esse e um exemplo de como se ganhar em performance utilizando uma parti culari dad e de um banco de dados. Se fossemos realizar este comando SQL da maneira convencional teriamos que colocar no lugar de DUAL um nome de uma tabela qualquer. Neste caso todas os registros da tabela seriam percorridos sequencialmente para depois o calculo ser realizado. No exemplo, teriamos essa resposta mais rapida porque a tabela Dual nao possui registros. Pois bem. Nessa primeira abordagem, se queremos que nossa aplicac5o acesse qualquer base de dados, o que devemos.fazer ? Simples. Iremos utilizar apenas os comandos de SQL que sao comuns a todos os bancos. Por exemplo, se existe um banco que suporte apenas nomes de ate 8 caracteres entao, nosso sistema usara apenas nomes de campos com 8 caracteres. Se existem bancos que nao suportam OUTER JOIN, entao tambem nao o utilizaremos. Mesma coisa para Triggers ou Stored Procedures. Desse jeito, se quisermos que nossa aplicacao acesse qualquer banco via SQL padrao, teremos que usar apenas os quatro comandos basicos de SQL. Sao eles o SELECT, INSERT, DELETE e UPDATE. Existem duas restricoes para o SELECT: 1. Evitar a utilizacao de subqueries (um outro SELECT substituindo a expressao da direita de uma clausula WHERE) : SELECT GERENTES.NOME, GERENTES. DEPARTAMENTO FROM EMPREGADOS WHERE GERENTES.COD NOT IN (SELECT PROJETOS. GERENTEjCOD FROMPROJETOS WHERE PROJETOS.CONCLUIDO~"N"J; 2. Evitar o uso de campos calculados com excecSo de MIN, MAX, COUNT e SUM que sao comuns a todos os bancos. Com certeza essa primeira abordagem nao e suficiente para o nosso trabalho. Serve apenas para pequenas aplicacQes se a utilizarmos sozinha. Na proxima edicao veremos como fazer a apltcac5o acessar qualquer banco usando tudo o que ha nele. Inclusive todas as suas particularidades. Utilizaremos esses comandos de SQL comuns a todos os bancos para criar os objetos de acesso generico e criaremos os objetos de acesso especifico com as funcoes particulares de cada banco. Lembra quando falamos de encapsulamento ? Roberto Calvet (rcalvet@pobox.com) e Analista de Sistemas da N. V. Consultoria. A tualmentepresta servicopara aXEROX do Brasil. Gestor Comercial Super controlc de estoque com fontes em Clipper para PC XT ou AT ate 486 e Pentium. Lista de procos com percentu- ais tie desconto ou acrescimos intro- duzidos pelo usuario. Lista de falta em estoque com indicacao de fomccedor- Tone. Lista de entrada. Lista de saidas com lucro por item, lucro total do dia e total por vendedor. Emissao de cupon com descricao do it&n, preco. etc.. Alteracao em loie. Emissao de etiqueta do item. Ajuda HELP na tela e dezenas de outros recursos. Quatro disquetes de 5.1/4" DD. R$ 30,00. 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Algumas paginas sao lindas... mas, sobrecarregadas com graficos e lentas para montar no browser (ja acessei paginas que levaram, pasmem, 7 minutos para montar). Outras paginas sao velozes. . . mas sem nenhum graTico para despertarointeresse do usuario. Para piorar, o conteudo, ou ausencia de conteudo, da maioriad impressionante. Se limitam a dizer: "Oi, sou o fulano. Gosto dos seguintes sites...". Enfim,conhecerHTMLparadisporabilizar uma pagina na WEB nao implica em criar uma pagina agradavel ou pnltica. Como atingir o equilfbrio ? Como criar uma pagina que chame a atencao mas que nao aborreca o usuano ? Algumas boas dicas para que sua pagina tenha uma relacao interesse/ performance "bacana" sao: 01) Conteudo. Imaginar que uma pagina vai prender a atencao de alguem porque tern aquele desenho tao legal que voce fez quando tinha 3 anos de idade e, como se diz na giria, "viajar". Sua pagina sera acessada porque: a) Tern referencias a outras paginas interessantes de forma organizada. b) Tern um contetido interessante para um ou mais grupos distintos (programacao, direito, medicina, veterinaTia, culinaria, azaracao, internet, etc). c) E con stan tern ente atualizada com informacoes interessantes e novas. d) E um marco das paginas WEB no Brasil e no mundo. Muito provavelmentenumaconjuncao de fatores acimae muito improvavelmente pela alinea "d" (ainda que isso nao seja totalmente impossfvel; faca um esforco e me mande um e-mail com o enderetjo de sua pagina). Uma coerencia da linguagem utilizada com o conteudo 6 mais do que bem- vinda. Se seu projeto 6 uma pagina pessoal, torne-a algo que espelhe suas caracterfsticas pessoais. Um curriculum vitae on-line deve ser sucinto. Uma apresentagao de uma empresa deve ser direta, sena e honesta, 02) Evite usar comandos que alterem a fonte de letra. Com excecao dos comandos que geram cabecalhos e portanto redefinem o tamanho de letra, considero muito pouco (itil e bastante deselegante ter, no meio do texto normal, letras agigantadas ou infmetesimais. Dificulta a leitura !!! Estude com carinho uma nova implementacao do HTML 3, as style- sheets, podem ser a safda para lhe dar mais conlrole sobre a aparencia de seu documento. Talvez falemos mais sobre isso, algum dia... 03) Paginas com comeco e fim, bem estruturadas. Como qualquer texto normal, uma boa pagina tern um comeco bem apresentado (com um titulo claro, podendo ser um grAfico), e uma finalizacao coerente e bem delineada (um separador e o nome / e-mail de quern fez a pagina). Uma pagina deve ser encarada como uma publicacao normal. Pode ter um pequeno indice (em formato de indices ou pequenos botdes), resumos, listas numeradas, etc. A estruturacao permite uma maior flexibilidade na leitura, isto 6, o leitor escolhe o que quer ler ! 04) Utilizar os graT icos para reforcar o conteudo. Acrescer graficos apenas para preencher espaco, gerar tftulos ou separadoresdesnecessariosedesperdicio de tempo do usuano. Os graTicos devem ser, principalmente, uma ferramenta de apoio ao conteudo do documento. 05) Nao utilizar gr&ficos em demasia ou muito grandes. O usuario nao se incomoda de esperar se houver alguma coisa para ele ir olhando. Se ao invds de um unico graTico de 350 Kb, a pagina tiver varios graTicos de 15 ou 20 Kb (tamanho que considero limite para processamento confortavel) bem localizados, a espera se torna menos angustiante. Pelo-amor-de-Deus !!! Nao coloque, em nenhuma hio6tese . backgrounds de pagina enormes... (graTicos que s3o utilizados para fazerem um "wallpaper" da pagina WEB) O carregar de graficos normais pode serdesabilitado via browser, mas o de backgrounds nao pode. Uma das coisas mais frustrantes que pode acontecer com um usuano acessando uma pagina 6 aguardar 2 minutos para ver o fundo da pagina ser montado ! Para backgrounds considero de bom torn utilizar graTicos com de 3 a 6 Kb. Valeapenalembran graTicos coloridos ocupam mais espaf o que graTicos preto- e-branco ou "gray-scale". O ideal para fotos 6 o preto e branco. 06) Utilizar graficos no formato .GIF, preferencialmente entrelacados. Um dos efcitos mais desagraddveis da montagem de uma pagina 6 o "efeito persiana descendo". Quando um graTico esta sendo carregado, se ele estiver num formato qualquer nao entrelagado, ele 6 carregado de cima para baixo e apresentado lentamente como uma persiana descendo. O usuario nao consegue avaliar se vale a pena esperar pelo grafico ate surgir pelo menos a metade, e 6 obrigado a esperar... No formato entrelagado o graTico e montado com um "efeito persiana vazando", onde o graTico e montado lentamente, na sua totalidade, e a cada passagem a resolucao da imagem vai melhorando. A grande vantagem e que, Arigo /HTML - 17m breve manual de Estilo . . . durante o carregar, o usuario ja tern uma nogao de se vale a pena continuar esperando para ver o grafico ou se deve ir adiante. 07) Nao fazer referencias demais na mesma pagina. Seissofornecessanoprefiraconcentra- las em um s6 lugar na pagina (ao final do texto por exemplo), evitando aqueles paragrafos enormes e completamenteazuis de tantas refer&ncias ! ! ! S eparagao por tipos de referencias pode ser uma excelente idela. Se for uma Hsta de paginas pessoais, pense em dividir em ordem alfab6tica criando jumps para o inicio de cada letra. OS) Nem toda referenda obriga a abertura de uma nova pagina. E incrivel, mas a maioria das paginas que acesso parecetersidofeitaporpessoas que nao acreditam nisso. Cada referencia chama uma nova p&gina com mais graficos a serem montadados e uma nova estrutura de apresentagao. Na verdade, pode-se fazer uma referencia para um outro ponto do documento atual (jump), aproveitando todos os graficos jacarregadose inibindo um novo acesso a rede. Vantagem ??? O inicio da pagina foi carregado e montado e o usuaric esta lendo, enquanto isso os graficos ao final da pagina estarao sendo carregados e montados. Quando o usuario chegar a referencia em questao, os graficos ja estarao aguardando por sua selecao em mem6ria. Em outras palavras menos acessos a rede, melhorando o trafego para todo mundo ! Deve-se estudar o uso desse tipo de referencia com cuidado. O ideal € que a leitura da pagina linearmente (do infcio at6 o fim) nao seja prejudicada pela existencia desses "pulos". Os assuntos que estao rcpresentados numa p&gina devem ser nao s6 correlatos mas linearmente claros. 09) Nao utilozar arquivos de som monstruosos. http:// www.openliiik.coin.brO simples e eficiente (com utilizacao de som ao fundo). http://www.dnx.com/maio.litml Pagina de deseovolvedores HTML/Java americanos : de altissimo tuveli Visile algumas 5 paginas pesspais - dos desenvoivedores, y . , ; : http://www.yahoo.com http://www.stones.com Hbrms divefsbs e um} grands passetb '!'■'"' : I ; ; "' Para os fas do Rolling Stones* mas principalmente para demonstrat o bom uso de graficos dfehtto de um contexto. ;httpt//www.ci.mp.br/si Yaih, o Yahoo nacibnai. Simples e direto. Mnps.eom.br/'*ca fiscplhi um xara no Yaih e dei uma olhada na pagina dele., Simples c eficiente. Usa thumbnails (figiiras pequenasque chamam Sua-versao full, .*■ excelente- mas infell^meftteasimagensnaoefitaoenfrelafadas. gerando o desagrad^velefeitopci;sianaJi podia ter umpanode ? fundo... Ah, o ^immeiman e artista pl^stico e acbei 05 trabalhos expostos muUo legais. EM INGLES. T _ http://www.icmscsc.usp.br/manuaIs/HTIVIL Um tutorial HTML on-line na USP. Se voce tinha duvidas quanta aos markups... Tenha paci^ncia '%■' . pois o acesso e qiuuuuuito lento iObserve-:$e a "wtili^ao de *'-=,'.■ * indice e estrutura^ao tipo publicacao.., , http://www.synet.net/bwg/ HTML Writers Guild. Aqui diversos desenvolvedores HTML do mundo todo se encontram, trocam ideias e se ajudarn!!. E possivel especificar, para um documento HTML, que ele devera ficar tocando um determinado arquivo .WAV (sinto muito pessoal do Mac, sou usuario PC e nao sei se os arquivos de som de voces sao compativeis) enquanto o documento for exibido. O arquivo tera de ser transferido para seu micro e posteriormente acionado. Por favor, contenham os impetos de disponibilizar arquivos com toda uma musica do Legiao Urbana. Um arquivo de som com 36 segundos de musica ocupou em meu micro 6 Mb ! ! ! Nao gosto nem dc pensar na carga de um arquivo desses com um modem de 14.4Kbps e nossas linhas telefonicas... Alias, em minha modesta opiniao, arquivos de som pouco acrescentam a uma pagina WEB. Normalmente eu os utilizaria na forma de um arquivo acionado peto usuario (assim , se o usuario quiser, pressiona um botao ou ativa uma referenda e ouve o som uma vez). 10) Conhecer outras paginas. Antes de escrever sua pagina, visite outras que tenham conteudo similar: a) Como voc§ teria feito essa pagina que voce esta vendo ? b) O que poderia ser feito para melhorar esta pagina ? Eventualmente, uma contribui^ao numa pagina que ja tratc de um determinado assunto 6 melhor do que criar uma pagina toda do zero. Converse com o dono da pagina, faca sugestOes, pergunte. A internet e" fundamenlalmente calcada na cooperagao. Sites dc pesquisa podem ser uma boa fonte de informac.ao. Visite o Yahoo!, o Alta Vista, etc 11) Adequacao da lingua utiiizada. Quern 6 seu publico alvo? Brasileiros ? Americanos ? E importante saber que Kngua utilizar. InglSs t a lingua oficial -*. • Artigo/HTML - Urn breve manual de Estilo da rede, mas se sua pagina 6 voltada apenas para brasileiros... Eventualmente 6 necessario manter varias versoes da pagina, em Hnguas diferentes. O ideal 6 que exista uma pagina de introducao com a solicitacao de escolha de lmgua a ser utilizada. 12) Contadores de acessos. Nao e* frescura. O contador de acessos a sua pagina 6 essencial para o controle do alcance que sua pagina yem tendo. Uma medico mensal pode informar sobre a necessidade de maior divulgacao. 13) Divulgacao. Ainda que nao pareca ser escopo deste documento, a divulgacao pode ser considerada como parte essencial de qualquer pagina. A pagina mais perfeita sera" ignorada se nao puder ser encontrada ou se ninguem souber que ela existe. Informe as paginas de pesquisa (jA temos o Cade e o Yaih, al6m dos conhecidos Yahoo, infoseek, etc), peca amigos para fazerem referencias em suas paginas pessoais, entre em contato com seu provedor e peca a ele para ser inclufdo na lista de paginas pessoais, imprima em seu cartao o endereco de sua presenca virtual e seu e-mail, coloque em seu arquivo de assinatura do seu programa de e-mail o endereco de sua pagina, assine guest books de outras paginas dando o endereco de sua pdgina, etc Para maior controle do cfeito que sua pagina esta tendo, peca comentados. E mais do que pedir, aceite-os !!! Nenhuma regra e" absoluta, pois cada caso 6 unico e merece atencao especial. Sinta-se a vontade para experimentar e quebrar todas essas "regrinhas" acima se achar necessario. Elas sao apenas guias. Claro que existem paginas que nao podem ser feitas somente atrav^s de HTML, por envolverem ImageMaps (uma imagem que "sente" onde foi feito o click do mouse e tern acOes diferentes para cada local), ou por serem dinamicas (de acordo com a selegao do usuario a pagina traz diferentes conteudos); paginas avancadas podem necessitar de scripts CGI-BIN para controlar inputs do usuario. Nesses casos o ideal e" procurar urn WebMaster que esteja habilitado para concretizar suas ideias. Mas cuidado, alguns WebMasters que estao por af andam se enrolando na teia... ;) Carlos Eduardo Souza Lopes 6 Analista de Sistemas de N.V. Consultoria, atualmente lotado na XEROX do Brasil, e maniaco por Internet. Pode ser encontrado em celopes@domain.com.br. SERVICOS Montagem, Manutencao, aulas, assessoria em micros - Tel. (021)261- 0969 - Havio/Marcos Home Page partir de: Edicao R$ 100,00 . Pag. colocacao R$ 10,00 - Manutencao R$ 10,00 / Pag. - Armazenagem R$ 20;00 / mes. 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Vamos analisar, entao, o que vai em UOLAMUN.PAS: unit Uolamun; Interface uses Syslltils, WinTypes,- WinProcs, Messages, Classes, Graphics, Controls, Forms, Dialogs, StdCtris; type TForml = class(TForm) CxtOiaMundo: TEdit; BtnOK: TButton; procedure BtnOKCiick^-t Tarn 81* .." -\:.: ■.',.;; J 0y£:'f-\ j% .J: s;:|^^V;:f;::'-J; : ^^8§;:v.^^ ; : WMB&^-" : '^^ i^m^T -126 £127 fhtegWiL™v-"'^ :: Vis- ;i£:^--K' •32.7fida.32.767- ■"'"-'L ;.-'•. "'■".'■ : ; -j'. i#ri$M/^S?."1'F-t 0:^jp:;f: ■#Mf--M3£&*2M%JmM? ' ' '-H' ^''i?'i*,-, fiMfl'aiifi,:;/^^ '''"■.'■ : V ^a)$e;iJfDi-; f v^,;; - ; -si ;."" ■;. ; . v -' '«■■* ^'"t^,^. i#&v ; '^s^\,»' '■■■ »f' ;'.. Arma2enI^frabob«A^dl!^ l ' s * ,, /^ i,:K ~ /, '" ; ^ A '§,'* Ruaf : ": ■: 6 '"V M§M^MiMyS^&^WS^SSi^^ Double ;i;S|;|x:j 5«tq-»«*a : ',17.x10»»:. -;=^.;- -"._■: : \ : ;;\I^^. i : }. Siring tcaracilrs,:; ^'"^^^'^ : ^^!*S?^ryii^^W^Ki H : ^??i*^^:*^ ;!■- ^^'r^'.:'^:^'/^ S"^^ Zi&'^- '■■ Coluna do Laercio Como montar seu proprw PC Laercio Vasconcelos OS ERROS MAIS COMUNS Se voce nao 6 urn sujeito azarado e se seguir a risca as instrucOes dadas, certamente nao tera nenhum problema na montagem, assim como ocorreu com a maioriadas pessoas quemontaram seus computadores baseados em meu livro. Mas apesar das informacoes fomecidas para montar seu computador estarem certas, e possivel que voce encontre alguns problemas, principalmente relativos a erros de estrapeamento ou conexOes de cabos. Apesar de ser muito raro, i ate mesmo possivel que alguma das placas esteja defeituosa. Vejamos a seguir alguns desses problemas mais comuns. Veja bem que aqui estao explicados problemas de montagens que nao dao certo. Este roteiro nao deve ser usado para computadores que funcionavam bem e pararam de funcionar, o que caracteriza um problema de manutencao. Sao abordadas aqui apenas algumas causas que levam um computador nao funcionar ap6s a sua montagem. Aqui vao os principals problemas: CMOS CHECKSUM ERROR v V \ Ocorre quando a bateria que alimenta o chip CMOS, que mant^m os dados do SETUP, esta descarregada. £. necessario deixar o computador ligado por algumas horas para que essa bateria recebacargaparaalimentarochipCMOS durante os periodos em que o computador esta desligado. Verifique tambem se sua placa de CPU possui um strap que habilita o funcionamento e a recarga da bateria interna. IMPROPER DISPLAY SWITCH OU DISPLAY TYPE MISMATCH Ocorre quando o strap indicado na placa de CPU com o nome de display select, ou display type ou monitor type esta configurado de forma errada. Esse strap deve ser configurado naposicao COLOR, caso a placa de vfdeo instalada seja do tipo VGA, SUPER VGA, EGA ou CGA. Caso a placa de video seja do tipo HERCULES, esse strap deve ser colocado na posicao MONO. Esse estrapeamento nao tern nenhumarelacao com o fato do monitor ser colorido ou nao. Esta" relacionado apenas com a placa de vfdeo. HDD CONTROLLER FAILURE Esta e a mensagem genenca que aparece quando o disco rigido, por alguma razao, nao pode funcionar. As razoes mais comuns sao: - SETUP errado, no que diz respeito ao Winchester. - Cabo flat do Winchester conectado de forma invertida, ou mal encaixado. - Winchester cstrapeado de forma errada. Deve ser consultado o manual do Winchester para estraped-lo corretamente. Esse tipo de erro normal-mente nao acontece quando o disco rigido 6 novo, pois normalmente j£ vem da fabrica estrapeado corretamente. - Placa controladora IDEPLUS estrapeada de forma errada. Possivelmente a interface de Winchester esta desabilitada. Deve ser PUT, I t MMp^^"^®. $§" -i Hi^^ttg^nj l '-'. "j^s^w-y^y'^" \ l^-^-^J^^^^ISr^i |-^-^^2^;:^^| ligHI ! ^ >:.- i+v&n*. ^r:-Ti:::-£;v:i l^is^^i^\d t^H|||Siill;;:||Suu [■ ■ ' ;-^-:'-.-4:-->..,--^ -.■:■. .:■'::, t/':--::";/:--£:^ ^Esatw^Ea^^^^ES^^tf procurado o strap com a indicacao HDD CONTROLLERENABLED/DISABLED. Esse strap deve ser colocado na posicao ENABLED. Normalmente este tipo de problema nao ocorre, pois as placas IDEPLUS ja vem de fabrica com a interface de disco rfgido habilitada. - Cabo de alimentacao do disco rlgido mal conectado. - Disco rfgido ou placa IDEPLUS danificada. Esse erro e muito raro, mas pode ocorrer, principalmente se nao foi tornado cuidado com a eletricidade estatica. Deve-se ligar o disco rfgido em outro computador para checar se esta funcionando. E claro que nesse caso, deve ser alterado o SETUP desse outro computador, indicandoas caracterfsticas do disco rfgido em teste. Depois disso, o Winchester pode ser retirado e a placa controladora pode ser testada neste outro computador. Nesse caso 6 melhor torcer para que o defeito esteja na placa, e nao no Winchester. FDD CONTROLLER FAILURE Significa "falha na controladora de drives", que fica localizada na placa IDEPLUS. Esse problema pode ser causado pelos mesmos motivos citados no item anterior. Deve ser checado o SETUP, no que diz respeito aos drives, os cabos flat dos drives, os cabos de alimentacao, os straps que habilitam a interface de drives. ALTO-FALANTE EMITINDO SONS CONST ANTEMENTE E TELA APAGADA Em certos tipos de erro, muito serios, o BIOS nao consegue usar o video para colocar mensagens de erro. Nesse caso a unica forma de avisar o usuano sobre o problema e atrav6s do alto-falante. Normalmente sera encon trada no manual da placa de CPU umatabelaque descreve o significado de cada seqiiencia de BEEPS emitidapeloalto-falante. Quando isso ocorre, € possfvel que a placa de CPU ou a placa de video esteja danificada. E tambem possfvel que exista alguma configuracao errada na mem6ria ou em algum strap da placa de CPU ou de video. E possfvel tambem que o problema esteja em outra parte. Alguns dos erros mais comuns apontados pelo alto-falante sao: Problemas na mem6ria. Ocorre por varias razoes diferentes. Uma delas 6 a ausencia de mem6ria, ou o uso de chips de mem6ria inadcquados. Deve ser checado se a placa de CPU possui algum estrapeamento relacionado com as mem6rias, e se este estrapeamento esta correto. Deve tamb6m ser checado no manual da placa de CPU, na tabela que descreve as configuracoes de mem6ria, se a mem6ria esta corretamente instalada. Pode ainda existir a possibilidade de urn ou mais m6dulos de mem6ria estarem defeituosos ou mal conectados. Retire todos os mbdulos de membria e encaixe-os novamente. Se depois disso passarem a funcionar, significa que algum deles estava mal conectado. Se mesmo assim nao funcionar, voce devera contactar o fornecedor. Esta 6 uma situafEo que mostra como 6 importante comprar todo o material em urn unico fornecedor. Tambem podem ocorrer BEEPS quando existe problema com algum dos chips que formam a mem6ria CACHE. Tente entSo desabilitar o mem6ria CACHE atraves do SETUP. Se depois disso o computadorpassarafuncionar.conclui- se que a mem6ria CACHE esta com problemas. Voc6 devera entao contactar o fornecedor para que seja feita a troca da placa de CPU ou a instalacao de novos CHIPS de mem6ria CACHE. Problemas na placa de vfdeo. Deve ser checado o estrapeamento da placa de vfdeo. Outra opcao mais pratica 6 contactar o fornecedor das placas. TELA TOTALMENTE APAGADA E ALTO-FALANTE SEM EMITIR SONS E muito importante conectar o alto- falante, pois em caso de erros 6 a unica forma que o computador tern de indicar o problema ao usuano. Quando o alto- falante esta conectado e o computador fica totalmenteapagado,sememitir sons, significa que o problema 6 tao serio que nem o microprocessador consegue funcionar. Esse problema pode ser causado em alguns casos por uma inversao no cabo flat do Winchester ou do drive. Pode ser que a fonte de alimentacao esteja defeituosa. Pode ser tambem causado por uma placa de CPU defeituosa. Nesse caso o computador deve ser totalmente desmontado c remontado apenas com a placa de CPU no gabinete, conectada na fonte de alimentacao e no alto-falante. Se o computador continuar inativo, sem emitir nenhum som no alto-falante, significa que a placa de CPU tern grande chance de estar danificada. Se o alto-falante passar entao a emitir BEEPS, e urn bom sinal. Liga-se entao a placa de video e o monitor. Se a tela continuar apagada e o alto-falanteemitindoBEEPS,oproblema pode ser urn dos descritos no item anterior. A montagem deve ser refeita aos poucos, sempre desligando o computador, conectando urn novo mddulo e ligando para testar. Sugere-se a seguinte seqiiencia: 1) Placa de CPU + fonte + alto-falante 2) Placa de vfdeo + monitor 3) Teclado 4) Placa IDEPLUS 5) Drives, devidamente ligados na fonte e na IDEPLUS 6) Disco rfgido 7) LigacOes do painel Problemas diversos na placa de CPU. Sao problemas de mal funcionamento dos circuitos da placa de CPU. A solugao & contactar o fornecedor das placas. Caso o problema continue nessa nova tentativa de montagem, deve ser contactado o fornecedor. Nao esque^a de sempre desligar o computador antes realizar qualquer alteracao. Espero que ninguem esqueca dessa regra, apesar de Ctiluna do Laercio/Como montar %eu propHd PC \ '. .-. . . . . • ser lembrada a todo instante ao longo do livro. INSTALANDO MEM6RIAS SIMM Os m6dulos de mem6ria SIMM possuem um formato tal que s6 podem ser encaixados em uma posigao. Seu soquete impede que seja feito o encaixe na posicao invertida (ver figura44). Para encaixar um m6dulo SIMM, primeiro posiciona-se o mesmo sobre seu soquete, verificando a orientacao correta. O mddulo deve estar posicionado de forma ligeiramente inclinada. Feito isto, posiciona-se o mddulo na vertical at6 que as travas do soquete estejam prendendo o m6dulo. A mesma tecnica se emprega tanto aos m6dulos SIMM de 30 pinos como aos m6dulos SIMM de 72 pinos. Entretanto, em qualquer um dos casos, verifique qual 6 o "lado" correto antes de realizar o encaixe. Observe que na figura 44, o m6dulo 6 inclinado com os chips voltados para cima. Em alguns casos, para que o encaixe seja feito corretamente, pode ser precise inclinar o mddulo com os chips voltados parabaixo. Existem at6 mesmo m6dulos com chips nas duas faces. A regra geral 6 posicionar o m6dulo de forma inclinada antes de trava-lo no seu soquete. Se voce conseguiu posiciona-lo, significa que o encaixe esta correto, pois esses m6dulos possuem um formato tal que impede seu posicionamento de forma invertida. Colocar um mddulo de mem6ria em seu lugar 6 uma questao relativamente simples. Uma questao mais dificil e*: Que tipo dc m6dulo deve ser usado, onde deve ser encaixado e que tipo de estrapeamento precisa ser feito na placa de CPU . Voce encontrara essas instrucocs no manual dasuaplacade CPU. A melhor coisa a fazer 6 realmente pedir ao seu fornecedor que entregue a placa de CPU com as mem6rias ja instaladas. CONECTANDO A CHAVE DE LIGA-DESLIGA Muitas vezes a chave liga-desliga existente no painel frontal do gabinete j& vem devidamente coneclada na fonte de alimentacao. Entretanto, 6 possivel que voce receba o gabinete sem esta conexao feita. Voce encontrara em uma etiqueta colada na fonte de alimentacao, as instrucoes para fazer esta ligacao. A chave liga-desliga possui 4 contatos na sua parte traseira. A figura 45 mostra uma chave vista de frente e traz tamb6m indicado o seu diagrama el6trico. Mostra tambem a extremidade do fio que sai da fonte de alimentacao e deve ser ligado na chave. Este fio normalmente 6 grosso e de cor preta. Na sua extremidade existem quatro fios maisfinos, de cores diferentes. Na extremidade de cada um desses 4 fios existe um conector metalico. Esses conectores sao usados para a fixagao nos contatos existentes na parte traseira da chave. OftO'-^ Figura 44 - encaixnndo um modulo de memdria SIMM Figura 45 - chave liga-desliga e seu diagrama eliirico Quando a chave 6 ligada, o que ocorre sao duas ligacOes eletticas: A 6 ligado com B C 6 ligado com D As instrucoes para a ligacao dos fios na parte traseira desta chave mostram uma especie de diagrama etetrico e as cores dos fios a serem conectados. A figura 46 mostra exemplos de instrucoes de ligacoes na chave. Nao siga essas instrucoes ao p6 da letra. Voce devera usar a figura 46 apenas como exemplo. As conexoes verdadeiras devem ser as cxplicadas na etiqueta existente na sua fonte de alimentacao. -HAT* Q .{]«'5p|j jtfflflS: pdnwj ^&.W&+- i -r«S ■WBtnSf' Figura 46 - exemplos de instrucoes para conexao da chave liga-desliga Para facilitar, colocamos na figura 46 as letras A, B, C e D, para que voce possa tomar como referenda as mesmas letras A, B, C e D mostradas na figura 45. INSTALANDO UM DISCO RIGIDO IDE COM MAIS DE "540 MB" Nas explicates que se seguem, falaremos sobre MB e "MB". Desde os prim6rdios da informatica, 1 MEGABYTE sempre foi igual a 1024x1024, ou seja, 1.048.576. Portanto, 1 MB 6 um pouco mais que um milhao de bytes. Atualmente parece que os fabricantes de Winchesters nao sabem mais o que significa 1 MB. Tern confundido 1 MB com 1 milhao de bytes. Por exemplo, discos com 124 MB, que tern exatamente 124x1024x1024 - 130.023.424, tern sido anunciados como "130 MB". Nas cxplicacoes que se seguem, toda vez que usarmos aspas, estaremos nos referindo a capacidade medida em milhOes de bytes. Por exemplo, 504 MB, que 6 exatamente igual a 528.482.304 bytes, pode ser tamb6m escrito como "528 MB". Existem algumas modificacoes no modo de instalacao de discos IDE com mais de 504 MB (528.482.304 bytes). Discos com at6 esta capacidade, e tamb6m os que sao anunciados com "540 MB", que na verdade tern cerca de 540 B B pffl fflW i ' i i iii 'X • u ijisix mmmmmmm LVC Laercio Vasconcelos Computasao Ltda* Revenda de Livros COMO MONTAR, CONFIGURAR E EXPANDIR COMO MONTAR, CONFIGURAR E EXPANDIR SEU PC 486/PRNTIUM Volume 1 (408 paginas) SEU PC 486/PRNTIUM Volume II (368 paginas) Nova edicao. Agora vocS pode conheccr o hardware de seu micro, fazcr o Setup, Com as infonnacoes presenter ncste livro vocS podera reatizar qualquer tipo de expand* a memoria, instalar urn disco rigido, gerenciar a mam6na e muito mais. UPGRADE no seu PC. COMO CUIDAR BEM DO SEU MICRO (368 paginas) Faca voc6 mesmo a manuiencao prevcmiva de seu micro. IBM PC: DICAS E MACETES DE SOFTWARE Volume I (280 paginas) Voc6 nunca viu tanias informacocs uleis em um so livro. A cada pagina lima nova dica para tirar maior provcito do computador: Disquete (optional ) com d.versos proeramas interessarues e super-uteis COMO COMPRAR UM MICRO SEM SER ENGANADO (130 paginas) Toda a inform acao que voc6 preciso na hora de comprar micros. IBM PC: DICAS E MACETES DE SOFTWARE Volume II (368 paginas) Mais dicas para voce tirar o maximo proveito de seu micro. AV. RIO BRANCO, 156 / 2811 - CEP: 20040-004 - CENTRO - RIO DE JANEIRO - RJ TEL.: (021) 262-1776 PABX / FAX : (021)262-3824 CON FIR A NOSSO EXTENSO CATALOG » mmmm mmnmimmmMm mmmos em who o brm / umwm BYTE (0800) 260 260 ATtNgAO USUARIQS DE LCOMPUTAOOR^S St voce esta cansado de ver dejenas de a nuncios de softs nesta retista, etudo pare ce a mesma ooisa, entao nao perta mais tempo.... 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Para ultrapassar o limite de 504 MB, os fabricantes de Winchesters criaram programas que alteram o modo de controle de disco rigido usado pelo MS-DOS. Ao comprar um disco rigido com "540 MB", muitas vezes 6 entregue um disquete com este software. Alguns fabricantes nao fornecem este software para discos de "540 MB", pois consideram que a diferenga 6 muito pequena para "528 MB". Ja os modelos de capacidades mais elevadas sSo sempre acompanhados de um disquete com este software. Ao instalar um disco desta forma, devemos seguir as instructs encontradas no manual do disco rigido. Normalmente procedemos da seguinte forma: 1) No SETUP, deixamos o disco rigido como NOT INSTALLED 2) Nao usamos os programas FDISK nem FORMAT 3) Usamos o software fornecido com o Winchester Este software faz sozinho todas as etapas da instalacao. Realiza o SETUP, faz a particao (que seria o trabalho do FDISK) e a formatacao I6gica (que seria o trabalho do FORMAT). Na que isto seja possivel, sera preci-so um disquete com o BOOT. Vamos agora dar um exemplo de instalacao de um disco desta forma. O software que exemplificamos € o EZ- DRI VE, que 6 fornecido juntamente com os Winchesters modelos ST3780A ("720 MB") e ST31220A ("1080 MB"), fabricados pela SEAGATE. Inicialmente devemos colocar o disco rigido declarado no SETUP como "NOT INSTALLED". O restante do SETUP € feito da mesma forma ja explicada. Executamos o BOOT com um disquete e a seguir usamos o programa EZ-DRI VE. £ apresentada uma tela como a da figura 47. Figura 47 - tela initial do EZ-DRIVE Depois de teclar ENTER, o EZ- DRIVE checara quais sao os modelos de discos rfgidos instalados no computador. Na figura 48, podemos observar que foi detectado o ST31220A. formatacao 16gica esta incluida a Figura 48 - detectadoo ST31220A, gravacao do BOOT e do MS-DOS. Para "1080 MB" com Usamos entao a opcao "Fully Automatic Installation". O EZ-DRIVE preenchera os parametros do SETUP, fara o trabalho do FDISK (criar a tabela de particoes) e do FORMAT (criacao do setor dc BOOT, gravacao dos arquivos de BOOT, criacao da FAT e do diret6rio raiz). Para gravar o setor de BOOT e os arquivos utilizados pelo BOOT, o EZ- DRIVE precisara ler o disquete por onde foi executado o BOOT. Depois de lerminado, ser£ mostrada a tela da figura 49, Devemos entao retirar os disquetes e usar a op^ao "Reboot Your System". E importante lembrar que antes de usar o EZ-DRIVE (ou qualquer outro programa similar) voce precisara executar um BOOT atrav6s de um disquete. A versao do MS-DOS existente neste disquete devera ser igual ou mais antiga que a versao definitiva do MS-DOS que voc£ pretende instalar. Por exemplo, se voc6 executou o BOOT com o MS-DOS 6.20, voce podera instalar posteriormente o MS-DOS 6.22, mas nao podera instalar o MS-DOS 6.0. Esta restricao nao esta relacionada com o EZ-DRIVE, esim, com o pr6prio programa de instalacao do MS- DOS , que se recusa a instalar uma versao mais antiga que uma ja existente no disco rigido. Muito curiosa € a bagunca que o EZ- DRIVE faz no SETUP. Ao final da instalagao deste disco, constavam no SETUP os parametros: 1024 cilindros 15 cabegas 17 setores 128 MB Entretanto,apesardo SETUP estarindicandoum disco de 128 MB, este disco na verdade esta operando corretamente com 1017 MB (ou cerca de "1080 MB"). O interessante 6 que ao usarmos o utilitario MSD (que acompanha o MS-DOS), o drive C 6 reportado como tendo: 523 cilindros 64 cabegas 63 setores 1017 MB I ■ ! mmmjM Coluna do Laereip/Como montar seu proprio PC O mais interessante 6que se alterarmos os parametros do disco rigido no SETUP, como 306 cilindros 4 cabecas 17 setores 10MB o disco continuaoperando com 1017 MB. O que ocorre 6 que os parametros declarados no SETUP sao usados apenas antes da leitura do setor de BOOT. Ap6s esta leitura, entra em acao urn pequeno BOOT especial que foi gravado pelo EZ-DRIVE. Este BOOT especial faz, entre outras coisas, a alteracao dos parametros do disco rigido para que seja acessada a total capacidade do disco, alem de carregar na mem6ria urn m6dulo que realiza o seu acesso. S6 depots da carga deste mddulo 6 que sao lidos os arquivos de BOOT do MS-DOS. Talvez o seu disco rfgido nao seja acompanhado do EZ-DRIVE, mas provavelmente sera acompanhado de oulro software similar. Esses programas funcionam muito bem, mas na minha opiniao e" algo muito confuso. Isto faz lembrar os tempos do MS-DOS 3.3, quando a maxima capacidade que um drive poderia ter era 32 MB. Para usar discos de 40 MB era preciso di vidi-lo em duas partes (atraves do FDISK) e depois junta-las por software atraves de um velho utilitario do MS-DOS chamado JOIN. Atualmente o MS- DOS tern o problema do limite maximo de 504 MB para discos IDE, mas cerlamentc em versoes futuras esle limite sera aumentado, c nao serd mais necessario usar programas como o EZ-DRIVE. Por exemplo, o sistema operacional OS/2 WARP nao precisa de programas como o EZ- DRIVE. Sc o seu disco possui "540 MB", nao vale a pena usar o EZ-DRIVE. Voce pode definir os parametros no SETUP como 1024 cilindros, 16 cabecas e 63 setores (504 MB = "528 MB) e usar o FDISK e o FORMAT como explicamos anteriormente. Com isso voce perdera apenas cerca de 12 MB (cerca de 2,2% da capacidade total do disco). Em compensacao, nao precisarA conviver com programas estranhos como o EZ- DRIVE. Se voce optou por nao usar o EZ-DRIVE, nao use a opcao AUTO DETECT HARD DISK existente no SETUP, pois os parametros detectados correspondem ao uso de "540 MB". Por exemplo, o Winchester ST3660A, fabricado pela SEAGATE, pode utilizar dois conjuntos de parametros: CHKDSK Mbytes Cyl Heads Sectors per track CMOS (Setup) Mbytes 544.8 1057 16 63 520 527.6 1024 16 63 504 Quando usamos o AUTODETECT HARD DISK, o ST3660A reporta o primeiro conjunto de parametros da tabela acima. Para usar este conjunto de parametros sera preciso utilizar o EZ- DRIVE. 5dLEEFI[]n5 Caculo Estrutural - NB!78 - (DOS-Windows) Vigas, vigotas, lages, ptlares, sapatas, escadas (todos com armadural c trelicas RS 35 00 - versao para Win95 R$ 50.00 AndamentOS de PrOCeSSOS - p/ ndvogados, Cadastro de Autor/reu, tipo de causa c acao, vara, comarca, andamento do forum, data de Pgtos, audiencias Iciloes distnbuicflo, rcmessa ao tribunal, julgamento, etc... R$ 25,00 Consultorio Medico Cadastro de pacientes, hitoricos, datas de consultas, e reconsultas, ciclo evolutive do tratamcnto, medicamentos receitados, etc... 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Um diadesses, comecei amequestionar se era possivel aumentar o dinheiro neste santificado jogo, pois por mais que eu tenha jogado, nunca ultrapassei a modesta quantia de $1,000,000,000 (para falar a verdade nunca cheguei nesta quantia, e duvido que alguem tenha chegado). Foi assim que comecei a examinar o jogo e percebi que para armazenar a quantidade de dinheiro seria necessano um tipo de variA vel que pudesse armazenar valores positivos e negativos, e tamb6m valores bem acima de $1,000,000 (Esse eu j£ ultrapassei). Analisando os tipos de variaveis disponfveis no Borland Pascal, cheguei a conclusao de que o tipo Longlnt (Valores entre -2,147,483,648 a 2,147,483,647) seria o mais apropriado para armazenar o dinheiro no SimCity, pois atendia a lodas as caracteristicas necessarias. Tendo estas informafoes em maos, bastaria descobrir um modo de alterar este valor no arquivo SC.EXE. Mas, algu6m poderia perguntarpor que nSo no arquivo .SC2. A resposia 6 bem simples: apliquei quase todos os tipos de algoritmos de busca neste arquivo e nao encontrei nada que se parecesse com a quantia em dinheiro. Possivelmente os programadores aplicaram algum tipo de encriptacao nesta informacao, ou, algum processo de eompactacao, tornando praticamente impossfvel encontrar tal valor. Entao ja que eu teria que procurar um valor Longlnt (4 Bytes) dentro de um arquivo de 1,046,112 Bytes (1,046,109 tentativas), achei que usar algum tipo de debugador de arquivo nao seria a solucao apropriada (pelo menos nao conheco nenhum que faca tal servico).Sendo assim desenvolvi um pequeno programa (PROCURA.PAS) que segue o seguinte algoritmo para encontrar o valor 20.000 (Quantidade inicial de dinheiro no modo Easy) dentro do arquivo SC.EXE: SHORTINT INTEGER LONGINT BYTE WORD -128..I27 8 BITS -32768„32767 16 BITS -2147483648..2147483647 32 BITS 0..255 8 BITS 0..65535 16 BITS Os tipos de variaveis numerical inteiras do Pascal 1 - Abre o arquivo. 2 - Carrega 4 Bytes do arquivo em uma variavel Longlnt. 3 - Verifica se o Valor Carregado = 20.000 3 - Se for igual apresenta op^ao para alterar o valor. 4 - Posiciona o ponteiro do arquivo 1 byte ap6s a ultima leitura. 5 - Caso ainda nao seja fim de arquivo, volta ao procedimento 2. 6 - Fecha o arquivo. Este programinha realmente pode trazer grandes resultados, pois ao executa- lo pude obter os seguintes enderecos onde possivelmente estaria o valor desejado: 601193, 601198, 672030, 672780, 695659, 695664, 708181, 789151, 791239. Agora faltava muito pouco para ter 2 bilhoes de d61ares em minhacidade. Como eram muitos enderecos para alterar e era extremamente possivel que apenas um fosse o correto, resolvi utilizar a "mais moderna tecnica de sele^ao": tentativa e erro. Tudo bem que esta tecnica nao seja fruto da mais alta tecnologia, mas f unciona perfeitamente bem. Para saber qual destes enderecos realmente seria o prSmio por horas e mais horas de dedicagao (na verdade nao se passaram nem 50 minutos), desenvolvi um outro programa, agora mais objetivo, que simplesmente alterava um endereco po arquivo (execute o programa PROCURA e ver£ que este segundo programa realmente € necessario, pois nenhum jogador que se preze teria pacienciaparaesperarmaisde lOminutos de processamento para encontrar urn endereco de arquivo). Comecei tirando uma copia do arquivo SC.EXE(precaucao6semprebom),alterei o primeiro endere9o da lista, o que nao funcionou . Entao restaurei a copiae passei para o segundo, que nao funcionou novamente. Repeti o processo at6 chegar no endereco 672780 (o quarto), e neste ponto os outros enderecos nao eram mais nada alem de numeros, pois enfim o objetivo havia sido alcancado. O QUE INTERESSA MESMO. Quando voce quiser alterar a quantidade de dinheiro no SimCity 2000 execute o programa DINHEIRO e digite um valor dentro da faixa. Agora a copia do arquivo EXE ja nao 6 necessaria, pois quando vocS quiser restaurar o valor 20.000 basta executar novamente o programa DINHEIRO e digitar 20000. PARA OS PROGRAMADORES. O programa PROCURA foi publicado simplesmente para ilustrar o processo de trapaca em alguns jogos, nao sendo necessario no processo final. Ele foi construido de forma a facilitar a sua adaptacao para outros jogos, sendo que para modificA-lo basta mudar a constante Valor_a_Procurar, o tipo das variaveis Valor e Novo_Valor (caso necessario), e tambem o nome do arquivo (no comando Assign). O resto do programa se adapta sozinho. Futuramente espero poder ilustrar outras formas de aumentar a diversao nos jogos de PC, mas por enquanto 6 s6. ESTABELECENDO CONTATO Forneco abaixo o meu endereco para alguem que queira se corresponder para troca de programas ou iddias: Rua Azallias, N 9 358 Parque dos Pinheiros - Hortolandia - SP CEP 13.184-590 DINHEIRO.PAS 1 y Altera o vatdr iiifcial de dinheiro no } jpgOiSjrncj^ 200Q. : ;: > Prpgramadon Hamilton Rodrigo Amorim Program Diobeirq; v :;, ^Arquivo: j^|e^ : Valor rALonglnt; { Buffer com o valor a ser gravado no arquivo } Buffer :ArrayTi v 4] Of Byte; { Buffer de transferencia de dados } P ot # * Byte; ,"■;■;" { Cohtador usado no laco For } n Vi^^ jnjciaj de $Dinheiro$ no SimCity 2000'); ■...----"-,'. " ; . ■ WrifWrjC^^f '; '■■;" ;; ; J """ V ~ - ■ — ~->). WriteLn; , te«Cotor<2); WriteLnf Waxjmo: 2»i47,483,647'); WriteLn; ; { Obtem o novo valor de dinheiro > TextColor<15); v Write( 'Qual a Quantidade de dinheiro: 0: ; :Read£ft(Vai6rAj; { Abre d arquivo } AssigmArquivp/SaEXEl; Reset(Arquivo); , If lOResult <> Then Begin TextCoibr(7+i28); WriteLn; WriteLn( 'Arquivo nao pode ser aberto'); V ■ ■##; . ' ; : ■ '■■■J ■ , ; ;:;B.L i- ' ■ V ■ ; ; Else, , { Poskaona 6 ponteiro do registro na posicao a ser gravado o novo valor } Seek Then Begin Write Ln( 'Arquivo nao pode ser aberto'); Halt; End; { Inicia o Laco } Sain=False; Repeat { Mostra na tela a posicao que esta sendo analizada | } GotoXY(l,WhereY); Write( Procurando na posicao ',RlePos(Arquivo)); { Carrega o valor do arquivo para o Buffer } For Cont:=l To SizeOf(Buffer) Do Read(Arquivo,Buffer[Cont]>; { Posiciona o ponteiro do registro na proxima posicao a ser lida } Seek(Arquivo, FilePos(ArquivoHSizeOf(Buffer)-l)); { Compara o valor carregado com o procuradq } If Valor A =Valor_a_Procurar Then Begin { Avisa que encontrou o valor } WriteLn(#7); { Emite urn Beep } WriteLn; WriteLn( Valor ' r Valor_a_Procurar, ' encontrado na posicao ' r FilePos(Arquivo)-l); WriteLn; { Pergunta se o usuario quer substituir este valor) Write( Deseja alterar este valor (S/N): 0; Repeat Opcao:=UpCase(ReadKey) Until Opcao IntS'/N']; If Opcao = 'S' Then Begin { Otem o novo valor } WriteLn; Write( 'Qua! o novo valor: 0; ReadLn(Novo_Valor); Valor A :=Novo_Valor; { Retoma a posicao onde o valor antigo foi lido ;} Seek(Arquivo, FilePos(Arquivo)-l); { Grava o novo valor } For Cont:=l To SizeOf( Buffer) Do Write(Arqu ivo, Buffer[Cont]); { Posiciona o ponteiro do registro na proxima posicao a ser lida } Seek(Arquivo, FilePos(ArquivoHSizeOf(Buffer> D); End; WriteLn; End; { Testa as condicoes para encerrar o laco } If KeyPressed Then If ReadKey^#27 Then Begin WriteLn; WriteLn; WriteLn( Procura cancelada pelo usuario.'); Sair:=True; End; If FilePos(Arquivo) > (FileSize(Arquivo)-i SizeOf(Buffer)) Then Begin WriteLn; WriteLn; WriteLn( Procura encerrada.'); Sair:=True; End; Until Sair; { Fecha o Arquivo } Close(Arquivo); End, «i«^iU^.~ w . "■tfq&ffiTfflteffitffiJ?': .TESTE DE INTERFACE FUNCAO PARA LIGAR COM SEU PROGRAMA CLIPPER E TESTAR TODAS AS PORTAS SERIAIS E PARALELAS. Voce ja se viu numa situagao em que se tern uma impressora ligada numa porta serial e o seu aplicativo tao bem escrito perde a tela porque quando voce enviou os comandos de impressao via SET ALTERNATE TO para a COM 1, a impressora nao estava ligada ou nSoestava em linha? Todos nds que programamos em Clipper sabemos que ISPRINTER () funciona desde que a impressora esteja na LPT1 . Se queremos testar qualquer outra porta, nao temos como fazer isto. Bom, nao tinhamos, pois a fun?ao F_TPRINT veio para remediar esta situacao. AI6m de bem pequena (o arquivo objeto tern apenas 478 bytes), a funcao F_TPRINT demonstra tambdm como fazer a interface entre o CLIPPER e m6dulos escritos em linguagem ASSEMBLER. A rotina se utiliza de chamadas ao BIOS da INT 1 4h para as COMs e da INT 17h para as LTPs. O c6digo fonte da rotina esta carregado de comentarios. Nao tcm nada de genial mas tern tudo para ser util, poius a mesma j£ me salvou de alguns apertos. Da mesma forma, espero que ela possa ser compilada c usada com sucesso em seus prdprios programas. Mhrio de Oliveira Lobo Neto programa em Assembler, C/C++, Clipper e Visual C. ;RJPRiNT,ASM - rotina que testa as portas paralelas e seriais ; para ser usada em programas CUPPER (SUMMER ao5.2) Compilar com o MASM 5.1 ou superior para obter o o arqufvo OBJ Para utilizar a tuncao, basta usa^a dentro doRTUNK file M0DULOl,M0DUL02,F_TPRINT Valor retomado: string com as portas ativas e prontas exempjo: TESTEPRG Portas__ativas = " * Portas_ativas = fJprintQ [bu f_tprint(l)] rfCOMl"$Protas^ativas ? "COM1 pronta." else ehdrf »» l^nocx)digoumaobservacaosobreoparametro «« jConforme exigencia do CUPPER ;para que possa ser acessada .MODEL LARGE PAGE 62,130 PUBUC FJTPRINT por todos dgroup GROUP dados ;agruparnossos dados com os do CUPPER EXTRN _RETC:FAR ;Funcoes extemas de interface EXTRN _J>ARINFO:FAR ;como CUPPER LPTOK EQU 90h jretomodePARALELAPRONTA INTOK EQU 60h -retomo de SERIAL PRONTA ;Nossos dados- — — — . dados SEGMENT PUBUC DATA' COMS DB "C0M1C0M2C0M3C0M4" LPTS DB "LPT1LPT2U 3 T3" PORTAS. DB 40dup(0) ;stiingcoma resposta ;parao CUPPER |pii I Hi MODOK DB dados ENDS ;Codlgo da fUncao — — 20h codigo SEGMENTCODE' ASSUME cs:codigo, ds:dgroup FJPRINT PROC FAR push bp ; Salva todos os registradores mov bp,sp push ds push es push si push di mov ax^DGROUP mov ds,ax mov es.ax mov MODOK,20h ;testa apenas o bit 5 ;Data Set Ready do modem ;Testa se foi passado algum parametro para FJPRINT XOR AX,AX ;Como algumas impressOras PUSH AX ;seriais utillzam tamberh : o ■■' CALL _PARINFO ;bit 4 - Clear to Send do modem, ADD SP,2 ;basta passar qualquer parametro ;para FJTPRINT para que ela teste or ax,ax ,*tambem este sinal. jz M0V2 mov M0D0K,30h M0V2: xor .ax, ax ;limpaostrirgderetorno mov di.offeet PORTAS ;casb a tuncao jatenhasido push di ;chamada mov cx,20 rep stosw pop di mov cx,4 flamanho da string de cada porta ; acessar seg de dados • ■■■? mcv dx,0 v ^^ , .V' : 'V■Jcdmec^.0el*.GOMl■' mow si p ofrseiCOMS h ^OM^l^COM^^; Proxima^com: _ - v .; : : * •■';';■■";' >^> :'■■:■ .-:J: '"',' push .■ ..ex '- vv "■'" ':'V v •■'-■" ■ ; ;£ > .- .;:•--;• ^'.H^ moy ah,3 ;Peteb;status da Interface i4n ■"- -; : / = \. : -r /'■' : .:^-- './,-.; ; ; ::■■■■ ,3 ah.lNTOK bistros de Shift/ int test Hold jnz a interface sinais Testa_rrKxiem yyTitttef-'&.siwt jestaprorrta: teste os si,4 add retomo, jmp DB TestajTKKtem: test al,MODOK jnz add retomo jmp COrvLOK: rep ;dorriodem r ihaopronta; ;Exeluir COIS/r testada do Pulajcom ;proxima porta. Dlgiart Sistemas Ubrary (Cr,0 COMJ3K si,4 Pula_com movsb Pula_com: pop string. inc emp jb mcv mcv Proximajpt ex dx dx,4 Proxima_.com dx,0 si.offsetLPTS ;DSR/CTS ativos ? ;Sim ;Nao,excluirCOMdo ;passara "COMx* para ;a string deretorno. F Testaura o tamanho da ;proxima porta COM ya testei a ultima ? ;ainda nao. ^estaLPTs APRENDA INFORMATICA SEM SAIR DE CASA CURSO RAPIDO ECONOMICO E EFICAZ Slstema de apostilas. Basta segulr os exeroiclos e trelnar dl rota men te em seu PC COMANDOS TRADUZIDOS PARA NOSSO IDIOMA Acompanha disquete 5 1/4" com exercicios Estou enviando para Ricardo Rores, cheque cruzado e nominal a Audit System Services Ltda. CAIXA POSTAL 25096 - RIO DE JANEIRO - CEP: 20552- 970, no valor total do pedido ja incluido despesas postais. Tel./Fax: (021) 571-5903 ^■^J'^WsK: I' -q( /■■''■'" ■■''.■: . ■ ■■ ■ ■■-■'hj(vw~ : . ah,2 ;Para uma LPT estar pronta, ■ int 17h ;os sinais de NOT BUSY(bit :?Mj*'::^:\--. ;eSELECTED(bit4) precisarn jestar ativos. emp ah.LPTOK ^ jz LPTJ5K ;Sinais ativos.LPT pronta. ; :, add si,4 ;nao pronta.excluir do retornd. ■ Jmp Pulajpt ILPTjOK: rep movsb lincluir no retomo. Pulajpt pop ex ;restaura tamanho mc dx ;proxfmaLPT emp dx,3 ;foi a ultima? Jb Proximajpt ;ainda hao mov ax,offsetPORTAS ;Retomar ao clipper, PUSH DS jponteiro para a string PUSH AX ;com as portas ativas. call _RETC ADD SP,4 " pop di pop si ;Restaura os registradores pop es pop ds pop bp retf F_TPRINT ENDP codigo ENDS ;bye,bye r,,., .. , . 1, - |,, . , - 1 . PREC0S (vdlidos at* a proxlma edlfio de Micro Siatema*) Int. a Informatica MS-DOS ate 6.2 Windows 3.1 Paint Brush dos 8 aos 80 anos Word 6.0 para Windows Excel 5.0 para Windows Programacao em Visual Basic WordStar 5.0/6.0 Lotus 1-2-3 Quatro Pro 3.0 dBase III Plus Interativo Programacao em bBase III Plus Programacao em Clipper 5. Ox - Basico RS 38,00 44,00 27,00 44,00 45,00 44,00 27,00 27,00 27,00 27,00 27,00 35,00 Nome: Enderego: Cidade: UF: CEP: Assinatura: Tel. ^HSjlSWl^^^W,^ ^ iff. 1 j^t™tt¥ fl }S™$? 11 Wi '.-i -, ..i.iii.iijimi*i« , » | i , ] | .i =3 Dkm Internet pamOSA J8EST$2 fSS^Sf e de f rac0S/2: simultaneas do Web Explo^AsIl nln!! ' Antonio Carlos Pina varies sites ao mesrnotemnn ™ , '- ?° de " Se Ver aPina@infolink.com.br mesmo tem^ P °' ° U Ver Vanos links ao S V S °P * Infolink BBS Para fazer isso, clique com o botao direito darnouse no Web Explorer, selecione settings opc o'S" „ Wind ° W 0anela) - Existe u ™ opgao sobre o comportamento do obieto ao oueif *?-° ( f 9bre Um nov °' ° u assume o cZ ,.™ rOdar L d0 >- Marque que deve sempre cnar um novo. Pronto, toda vez que o Web fns PO a r n e c r ia 0r t C l iC f d0 ' ele ab "^ma M^a primeira t0talmente °esvinculada da 2)0utro truque bom envolvendo o Web Explorer e o uso do drag&drop nas paginas: a) Com o botao direito, se voce arrasta uma pSgina para fora do WebExplorer, e criado um objeto c hamad0 URL LQCATER ^ t ^ m especial que, jogado para dentro do WebEx b_usca automaticamente o site. E como o Add URLs-" 133 P ° de " Se ° riar Um f0lder com essas b) Se nesse drag voce pressionar a tecla CONTROL esquerda, ao inves de criar um objeto URL voce tera apgna HTML geratriz. Como se usasse o RLE Velocidades do Modem : Muita gente se confunde com a as velocidades de confjguracao de modens. Muitos programas de comunicaQao nao apresentam a velocidade de 14400 per isso qua! os equivaJentes das velocidades? Basta ver a tabela abaixo : Velocidade no Programa Equlvalente do Modem 2400 bps 4800 bps 9600 bps 19200 bps 38400 bps 2400 bps 4800 bps 9600 bps 14400 bps 28800 bps Adlclonando Enfase num Relatdrlo Access 2.0/ 95, em Access Basic : Algumas vezes voce quer realgar um valor contido numa linha de um relatorio, exemplo valores negativos em vermelho. Se voce tern uma Impressora colorida e quer implementar uma rotlna em Access Basic cotoque no evento format da secao detail, o seguinte c) Qualquer figura dentro da pagina pode ser capturada com o botao direito e jogada em um folder especTfico ou mesmo no Desktop; v^w d) Arrastar qualquer pagina HTML para dentro do WebEx, faz a pag.na ser interpretada e apresentada; If [txtValue] < then [txtValue].ForeColor=255 Else [txtValue]. ForeColor=0 End IF Salvador Brumm - Consultor de InformMica Artigo A /ill/I A. A\! (BARRAMENTO Parte II - InterrupqdM BUS MASTERING DEVICES e Marcelo Vianna /nfelizmentehouveumafalhadeimpressao nas figuras 1 e 2 no primeiro artigo da s6rie, o que diminuiu muito a clareza das mcsmas. Gostarfamos de pedir desculpas pelo ocorrido e inclufmos neste artigo uma reimpressao dcssas figuras. Ouve outro erro na mudanca da pagina 52 para 53, faltou a palavra DADOS: ... dado que todo c6digoexecutavel(programas),alemdosDADOS necessarios... Dando prosseguimento a nossa serie de artigos sobre arquitetura, iremos agora compreender o funcionamento de outros elementos ativos que atuam dentro de um sistema: DMA, BUS MASTERING DEVICES e COPROCES- SADORES. Para a total compreensao desses elementos 6necessario,primeiramente,tomarmos ... . . t^^^^V^^i&J conhecimento de um conceito muito p?;^^^^^i^§|^ importante que nao esta prev isto na definigao ;:^^f^|^^^||llj da Maquina de Turing, o conceito de l-Z^y^f^^^ 1 '] interrupg5es. j^^:&^1tt*:&!^ ' /! INTERRUPCOES ?-"^SKlfffifl Como vimos anteriormente, o processador (CPU) executa um programaacompanhando sequential mente uma serie de instrucOes que podem inclusive ser instrugoes de desvio condicional. Fora deste contexto, entra o conceito de interrupgao. Um exemplo simples do que seria uma interrupgao na vida real 6 quando estamos ocupados com alguma tarefa cotidiana, e o telefone toca; somos entao obrigados a interromper temporariamente o que estamos fazendo para "atender a esta interrupgao" e depois retomarmos a nossa tarefa do ponto em que foi interrompida. Imagine agora, que os telefones nao possuam campainha ou qualquer outro dispositivo que indique que uma ligacao telefonica esta pendente. Nesse caso, seriamos obrigados a, de tempos em tempos, atendermos o telefone para checar se algu6m esui tentando falar conosco. Este tipo de tratamenio que nos obrigaria a checar constantemente o estado do nosso telefone (que seria o analogo de um pcrifenco) 6 conhecido em computacao como POOLING, e como vocS pode perceber nao 6 uma forma eficiente de se tratar este tipo de evento. Outro exemplo semelhante mas, conceitualmente, nao identico 6 quando usamos o fomo de micro-ondas. Certamente nao estamos interessados em esperar que Ui 2'££!*&t£& ^•fl^V^^N^W*^'' Is' » ^tas^r.!.* fgssmxm ws*-T. ,r *. v .:,-i m jgg> *'»Mgy^^^ tz ■:ir;' este "periferico" termine sua operagao para retomarmos nossas atividades, por isso os furnos de micro-ondas tambem possuem urn dispositivo de aviso (ou interrupgao) que indica o fim de sua operacao.Osegundoexemplopossuidois pontos essencialmente diferentes do primeiro: No primeiro caso, a ligagao telefonica e algo inesperado, podendo acoiitecer a qualquer momento, de forma aleat6ria, ou mesmo nao acontecer em urn determinado dia (secao de trabalho), mas, em acontecendo, exige que seja tratado "imediatamente", ou o evento sera simplesmente perdido (devido a desistencia da pessoa que esta ligando). Ja no segundo caso, n6s comandamos a operagao e simplesmente queremos ser informados do seu tdrmino. Uma vez informados, tomaremos as providencias assim que nos for possfvel. Outra diferengae" que nao 6 tao doloroso usarmos a teenica de pooling no segundo caso, ja quetemos umaboaespectativadaduragao da operacao, i.e., urn telefone sem campainha 6 inutil para receber ligacoes, ja um forno de micro-ondas sem campainha pode nao ser tao bom quanto um com, mas ainda assim 6 util. E comum nos referirmos ao primeiro como um sistema do tipo "perda" e, ao segundo, do tipo "espera". Os computadores tambem sao capazes de interromper a execugao de uma sequencia de c6digo para atender a eventos ou para serem informados do termino ou andamento de uma operacao requisitada, existindo entao as rotinas de interrupcao, que sao trechos dec6digo dedicados ao tratamento desses eventos (como atender o telefone ou "anotar" que o prato de comida ja esta quente). As interrupcoes sao utilizadas paracontrolar processos internes ou externos ao sistema. Alguns exemplos deusos de interrupcSes sao: Controle de processos industriais, como temperatura de caldeiras (termometros que interrompem o sistema para avisar que a temperatura exccdeu determinado valor), interrupcoes que avisam que o braco de um robo atingiu determinada posicao; interrupcoes periddicas que servem para manter atualizado o rel6gio do computador, interrupcoes que ocorrem quando o usuario pressiona uma tecla ou move o mouse, etc.. Um ponto importante a ser mencionado e" que, na verdade, os perif6ricos nao interrompem diretamente o sistema, e sim notificam um controlador de interrupcoes (PIC - Programable Interrupt Controller) que por sua vez notifica o processador. Os controladores de interrupcoes podem ser sofisticados a ponto de estabelecer niveis de prioridade de eventos, i.e., se a campainha da porta toca durante uma ligagao telefonica na qual se trata de um neg6cio importante, ela pode ser temporariamente ignorada. Um processo pode ainda notificar a CPU que nao pode ser interrompido, como se dissessemos a sccretaria "Nao estou para ninguem". Isto se denomina mascaramento de interrupcoes, mas existem interrupgoes nao mascaravcis (NMI - Non Maskable Interrupt) como o alarme de incendio, que nao esta sujeito as dores de cabega ou indisposicoes. O Controlador de interrupcoes (PIC) tambem 6 um perifenco, pois precisa ser program ado por software por via deportas I/O. Nos processadores atuais, existem diversas interrupcoes que podem ou nao estar associadas a uma interrupcao de hardware. Cada interrupcao possui um numero que esta associado a outro (correspondente h interrupcao de hardware). Este segundo numero t o IRQ (InterruptReQuest).Jaoprimeirondmero 6 o indice de uma tabelacom os enderecos das rotinas designadas para tratar cada interrupcao (chamados vetores de interrupcao). Quando uma interrupcao de hardware ocorrc, o PIC transfere a CPU o numero do IRQ. A CPU, por sua vez, traduz esse numero para o indice correspondente da tabelade vetores, sal va a posicao do processo corrente e chama a rotina de atendimento indicada na tabela. A rotina chamada salva o contexto, trata a interrupcao, restaura o contexto e avisa a CPU que ela pode continuar com o processo interrompido. Os processadores sao tambem capazes de emular interrupcQes: existem instrugoes que, ao serem executadas, fazem a CPU procedcr de forma equivalente a se uma interrupcao houvesse ocorrido. Esse tipo de emulacao possui um prop6sito asolutamente distinto dos descritos at6 agora. Instrugoes que emulam interrupcoes sao utilizadas como chamadas indiretas a subrotinas tirando vantagem do fato do endereco destino estar indicado na tabela de vetores de interrupcao, conseqtientemente podendo ser alterado. Essas instrugOes sao comumente utilizadas para realizar chamadas as rotinas do sistema operacional e justificam a existencia de indices na tabela que nao estao associados a nenhuma interrupcao de hardware. O uso dos vetores de interrupcao como enderegos para chamadas a rotinas 6 usualmente confundido com o prop6sito primario das interrupcoes, tal confusao deve ser evitada. DMA - DIRECT MEMORY ACCESS (ACESSO DIRETO A MEMORtA) Comofoi citado, o DMAS um elemento ativo e portanto 6 capaz de controlar o barramento requisitando operagCes. O DMA tern como principal objetivo transferir dados da memtfria pat a outros perifencos, e vice- versa, sem tomar tempo da CPU. Ou seja, ao invSs de uma rotina transferir um bloco de dados byte por byte de ou para um perifenco, pode-se requisitar que o DMA o faca, liberando a CPU para que esta realize outra tarefa durante a transferencia. Ao final, € necessario que o DMA notifique atraves de uma interrupcao o termino da operacao para que o programa tome conhecimento do instante cm que o bloco foi tranferido e eventualmente inicie uma nova transferencia ou trate os dados adquiridos do perif6rico. Note que, embora o DMA seja um elemento ativo, ele nao 6 capaz de processar (executar) c6digos de instrugao e, portanto, nao e uma unidade de processamento. E necessario, ainda, que o mesmo seja programado (informado dos parametros das operagOes que deve realizar), o que definitivamenle o torna um periferico. O DMA 6, na maior parte das im piemen tagoes dos computadores atuais, programado por via de portas I/O, mas pode ainda ter seus registradores de controle mapeados em mem6ria. O DMA normalmente possui varios canais (DRQs - DMA ReQuest), o que significa que ele pode transferir dados de ou para di versos perif6ricos "simultaneamente" (nao em um mesmo M E2 Arigo / Arquitetura e Hardware para Programadores ciclo de clock). Nem todo perif6rico pode ser controlado pelo DMA. Para isto 6 necessario que para ele seja alocado um canal de DMA, o que exige que o mesmo estajapreparadoparaenxergaraslinhas de DMA do barramento. Alguns perif6ricos precisam, ainda, que a taxa de transfer&ncia dos dados seja controlada, como 6 o caso de placas de som, impressoras e outros que nao sao capazes de tratar os dados a eles enviados no mesmo passo que o computador 6 capaz de envi£-los ou recebe-los. Nesses casos, o periferico informa ao DMA quando esta pronto para receber ou enviar o dado, atrav^s de mais uma linha de controle do barramento. Existem, em alguns sistemas, implementacoes "quebradas" de DMA, como 6 o caso do DMA de oito bits nos PC compativeis. No PC esta quebra se deve ao fato do controlador de DMA utilizado possuir apenas 16 linhas de enderegamento. Esta limitacao, a principio, restringiria o campo de operagao do DMA aos primeiros 64Kb de memoria. No entanto, um truque foi utilizado no projeto original do PC: foi criado um pseudo-perif£rico que controla as outras quatro linhas de enderegamento durante as operacOes de DMA, o que expandiu o campo para 1Mb (barramento de enderecos do PC original). Por6m este truque nao resolve completamente o problema, pois ora,o DMA enxerga uma pagina de 64Kb, ora outra, nao sendo capaz de transferir de uma s6 vez um bloco que comece em uma pagina e termine em outra (ver figura 5). Conv6m agora mencionar o conceito de granularidade. A liticialmeiitG, o software progra- ms o DMA e o pseudo perif6ri- co,fazendoaCPlf a*crever vvtores em portas IJO atrauea do barramento. BARRAMENTO Note que a pseudo perfTerico «6 escrere no terramento quando a DMA o f az. granularidade de um sitema de enderegamento e" a mfnima distancia entre os inicios de duas paginas. No caso a granularidade da implementagao de DMA citada, 6 de 64Kb, o que nao deve ser confundido com o tamanho da pagina (que no caso tamb£m e 64Kb). Um exemplo bem definido de granularidade e tamanho de pagina diferentes, est£ no pr6prio processador 8086 ou nos 80x86 em modo real. Apesar de o barramento de enderegos do 8086 ser de 20 bits, os registradores do mesmo possuem apenas 16 bits, caindo-se numa situagao semelhante a da implementagao de DMA citada. No entanto a solugao utilizadafoi um pouco mais inteligente: dois registradores de 16 bits sao usados para indicar um enderego no barramento, de sorte que o enderego efetivo 6 o resultado da soma de um deles (registrador de segmento) deslocado 4 bits para a esquerda com o outro (registrador de deslocamento, ou offset)- Isto cria a possibilidade de enderegos redundantes (registradores com valores diferentes mas cuja soma resulta no mesmo valor) reduzindo, porem, a granularidade para apenas 16 bytes, como mostrado na figura 6. BUS MASTERING DEVICES Uma outra classe de perifericos ativos e parcialmente ativos, sao os BUS MASTERING DEVICES. Sao perif^ricos desenhados para sistemas de barramento que permitem a existencia dos mesmos, aos quais sao conferidos poderes de manipular algumas ou todas as linhas de controle do barramento. O barramento ISA (Industry Standards Architeture) nao permite a existencia de mastering devices, O bar- ramento VLB (VESA* Local Bus) permite perifdricos parcialmente ativos, com a capacidade de manipular os bits de controle referentes a MEMORIA Figura & mem6ria. Os barramentos PCI (Peripheral Component Interconnect), EISA (Extended Industry Standards Architeture) e MCA (Micro Channel Architeture) permitem a manipulagao total das linhas de controle (FULL BUS MASTERING). As vantagens de sistemas de barramento que permitem masterizagao sao muitas: em sistemas com masterizagao parcial, podem existir placas de video que utilizam a mem6ria dosistemaaoinv6sdemem6riapr6pria, controladoras de discos que fazem cache usando a mem6ria do sistema e placas de comunicagao e de rede que bufferizam as informagoes sem tomar tempo de CPU. Sistemas com masterizagao total permitem a existencia de outros processadores e/ou coprocessadores em placas de expansSo possibilitando ate" mesmo placas-mac sem processador (que reside em uma placa de expansao), consequentemente muito mais simples de se fazer upgrades. Os Projetos de sistemas que permitem masterizagao sao consideravelmente mais complexos, dado que muitos elementos ativos podem compartilhar o poder de "dar as ordens", o que implica de imediato em duas dif iculdades. A primeira ja ocorria com o DMA e reside no fato dc que somente um elemento ativo pode manipular as linhas de controle do barramento por vez (ciclo de clock) o que criou os comumente citados ciclos de DMA (conjuntos de ciclos de clock necessarios para o requerimento e resposta dos perifericos ao DMA) e posleriormente ciclos de masterizagao (o analogo do cilco de DMA para mastering devices). A segunda € a alocagao de recusos do sistema, o que, no entanto, 6 usualmente resolvido a nfvel de software. COPROCESSADORES Outro grupo de elementos ativos de notavel importancia nos sistemas atuais sao os coprocessadores aritm^ticos (NPUs - Numerical Processing Units ou Unidades de processamento numerico). Os coprocessadores aritm6ticos sao, sob diversos aspectos, Artigo /Arquitetura e Hardware para Programadores -Segmento=0 - Segmental -Segmento=2 MEMdRIA MEMORIA MEMORIA " IbARRAMENTQ 2.0 T4.0 33,00 IPACKE MAKER 2*0 42,00 COREL DRAW 5.0 42,00 ESCAITORIOS, DISTRIBUIDQRES. CONSUW^RJOS; = : AS&HCW& aM»0a% £#&•«:£■:■ "; P '^0-% vT " BANTEC-* BANCO DE INFORMAL ! TSOflCAS, £ DlMOtfGGRAElAS, TESES, : :?%^ ic(da< :sd»5f otos > cit P s de vi deo e animagoes. Content mais de ZW^fm&sob^iguitetura, Cinema, Fotografia, Musica, Teatro, Biologia, : Astronomia, Camputacao para iniciantes, Fisica, J ^ e " u ** ica ' & u W' ca > Economia, ' Filosofiq, Esportes, Religiao, 'Pintura, titerdtural^ohugijis e ln0$<^hi^^putros. -'-■L;''.i- '.-. \- r ■■■ ...:'*■■••' •/.; ;' ■<" j -.>^.^--,7-7>'^. -C^.V .;■ t-., Assuntos tais cotnd h ^/^^>^i^~::-^^-<' -J * Astronomia "' - ; - ■ > « s . "nS? >^\S: \ ^^Mgrco$ da Itist6r]^y r hiverta).J^\\ '"'- Atlas AnatqmicQ; _ -^K^ "*"^~ : ■'■AAti&-'G$&'grdficoMtindl&\ -^^ ? - Inte^e-Atra^ntes^Complhm^^ >N Sife Requsitos minimos de hardware e software : PC 386 DX40 ( 486 recomendado), Kit Multimida MPC1, 8 Mb de RAM, 10 Mb livres de disco, placa de video 256 cores. Windows 3.11 ou Windows 95 Estes langamentos da Digitalmidia sdo uma opgao para a volta as aulas. i'j^Uft^-iVv.sJUJiwwMfei^ Artigo •• ¥ , ® Matematica para Computagao Grdflca: Voce tambem pode!! - Parte 3 Carlos A , Thompson, PhD I. Introducao Este terceiro artigo faz com que o leitor se familiarize com as diversas formas do operador linearT discutido no segundo artigo. Serao somente consideradas as transformacoes no plano/^ 2 , Senaohouve dificuldades em resolver os exercfcios de fixacao, propostos no segundo artigo, o acompanhamento da teoria e das apiicacoes da matematica para a computacao grafica, tornar-se-a bem mais atraente e agradavel. Didaticamente serao tratadas as traiisformacOeslinearessimplesdeum objeto, ou seja, - reflexao em relacao a urn dos eixos coordenados; - reflexao em relacao a origem de coordenadas; - mudanca de escala; - deformacao por cisalhamento; - rotagao em torno daorigem de coordenadas; - translagao pura ( pr6ximo artigo ). Nestes seis casos, somente um operadorT 6 empregado em cada transform acao. JA nas transformacoes lineares combinadas, por outro lado, dois ou mais operadores T sao utilizados como por exemplo , - reflexao de um objeto em relacao a uma reta qualquer ; - rotacao de um objeto em tomo de um ponto nao coincidente com a origem de coordenadas. As transformacoes linearescombinadas serao analisadas nos pr6ximos artigos juntamente com os algorftimos para se obteros resultados graficamente. II. TRANSFORMACOES LINEA- RES SIMPLES Considers no r 2 , o operador T= aorigem O (0,0), e os pontos P(x,y) e Q(x*, y*) conforme afigura4do artigo anterior. Dependendo dos valores dos elementos a, b, c, d da matriz T, tem-se os seguintes resultados: Figura 5 - Ponto Q obtido a&i Artigo / Matemdtica para Computagao Grdfica - Reflexao em Relacao aum dos Eixos Coordenados (i) Eixo das abscissas Note que para se obter a reflexao de urn ponto em relacao ao eixo x, basta que se troque o sinal da ordenada y, como mostra a figura 5. Na forma matricial, o resultado apresentado na figura 5 fica, 1 x LO -UW [/J { Note, pela relacao que Os elementos do operadorTsao a= l,d = -l,b = c = (ii) Eixo das ordenadas A reflexao em relacao ao eixo dos y 6 mostrada na figura 6. ysy' Figura 6 - Ponto Q obtido par refle- xao em relagao ao eixo y. Neste caso, os elementos do operador Tsaoa = -l,d=l,b = c = 0. -1 1 J > i A4 A3 Al A2 - — ► lal Figura 8 i L A4* A3* Al* A2* (b) - Reflexao em Relacao a origem das coordenadas A reflexao em relacao a origem 6 mostrada na figura 7. Neste caso, os elementos do operadorTsao a = -l,d = -l, b = c = 0. -1 LO -1 -x Note que, JC*=-jt e /=-.y MUDAN^A DE ESCALA (i) Ampliacao A ampliacao de um objeto 6 obtida pelo operador linearT onde a = d > 1 e b = c = 0. De acordo com o exercfcio (iii) do artigo anterior, os vertices do quadradoficam: 3 0T0 1 1 Oljo 3 3 01 3.1.0 1 l_n[_0 3 3J A figura 8 mostra efeito do 'a 0" operador t= a onde a = 3; (b) AT A4* quadrado ampliado. (ii) Reducao Este caso e" analogo ao anterior onde os elementos da diagonal principal sao a = d < 1 e b = c = 0. \ A A2* A3* Note que, x* = -x Q y* = y [2 1 1 Figura 9 - Operador T = [_ 3 1/3 j deforman- do os vertices do quadrado A1(0,0), A2(l,0), A3(jl,l) e A4(0J) nos pontos Al * (0,0), A2 * (2,-3), A3 * (3, -8/3) e A4 * (1,1/3) V* i Q y / / p / y A' .* X o X* K Figura 10 - Rotagao do vetor Qp em torno da origem (0,0) .-.,!l.-WlWJJk iUJ«MMU m*£& am Arigo / f Mdtematicapam Computugao Graftca '. Observe que sea = d-leb = c = 0, o operador T € a pr6pria matriz identidade I. Neste caso, nao ha ampliacao nem tampouco redugao. BEFORMA^AO POR CISALHAMENTQ A figura 3 do artigo anteriormostra mostradas as coordenadas | f do vetor OP e * > do vetor OQ. O x* =jtcos0 — ysenQ ■ y* =xsenB + ycos8 Na forma matricial, o operador T J2 1 1.-3 i/: deformandoo vetor OQ 6 obtido pela rotacao no sentido trigonom^trico do vetor Qp de urn certo angulo Q . Seja \OP\=\OQ\=p. vetor no vetor {:}-° operadorT, operando sobreos vertices do quadrado da figura 8 (a) , fica 1 TO 1 1 0| [0 2 3 1 ] 1/3J.0 1 lj = |_0 -3 -8/3 1/3J mesmo Pela figura, x = pcosa ; x* = p cos(a +6) A figura 9 mostra quadrado da figura 8(a) deformado por cisalhamento pelo operadorT. -ROTACAO DE UM OEJETO EM TORNO DA ORIGEM Considere a figura 10 onde sao y = psena ; y* = p S en(a + 8 ) Pelatrigonometria, cos(oc + ) = cosa cos9 - sena sen9 sen(a + 9 ) = sena cos 9 + senQ cosa Portanto, ap6s algumas manipulates alg^bricas, 1 * y>v* A4* A3* A4J A3 q AT* Ha2* x,x Al A2 P Figura 11 - Translagao do quadrado; p e que sao osfaiores de translagao. Assim, operador T = cos 8 -send a a gira no sentido send cos 8 J fo trigonomdtrico, em torno da origem, um ponto P (x,y) de um angulo Q , conforme 6 mostrado na figura 10. III. EXERClCIOS DE FIXA^AO (i ) Mostre que na matriz de rotacao : a) det T = 1 b)TT-i= I (I 6 a matriz identidade, ver artigo anterior) c)T-i=Tt (inversa igual a transposta) (ii) Giraro vetor ^ (2,1) de: 3k rt 7t a)8= — ;b)9=-- 5k c)e= n ; d)6- — (iii) Dado os vertices do quadrado Al(4,l), A2(6,l), A3(6,2) e A4(4,2). f , c > X > ™ cosG —senQ x] >■ * [y J send COS0 h\ | : $^ Grafieti Refletir a figura em relacao ao eixo y. x (iv) Qual o operador T que muda um objeto de escala e, simultaneamente, reflete em relacao ao eixo das abscissas? (v) Dada a reta y - x+1 e o ponto P (1,3). Sabendo-se que o ponto Q (a,b) e a reflexao de P em relacao a reta dada, calcular as coordenadas a eb. (vi) Pense: Uma transformacao linear de rotacao, seguida de uma reflexao e comutativa? (vii) Escrever um algoritimo para se multiplicar duas matrizes C = A R (viii) O que representa o operador via Internet: cthompson@openlink.com.br T= cos0 -senQ senQ cos 9 1 (ix) O exercicio (I), deste artigo, tambem se aplica no problema anterior? Observacao: Faca os exercicios de fixacao e, se tiver qualquer tipo de duvida, mesmo que pense que seja elementar, nao hesite em entrar em contato conosco nos enderecos: ou por carta: Rua Lourenco Ribeiro, 124 - A, Higienopolis Rio de Janeiro, RJ CEP: 21050-510 Ate o proximo artigo! Dr.Thompson e Prof, titular e chefs do departamento de Ciencias e Tecnicas da faculdade da Cidade e PhD. pela Universidade de Houston. wmm. ^^m W:- mm ^^zzzsmnzmmm ■^ Artigo Manipulagao de van em Desenhos no AutoCAD Francisco Peres Sanches "W" "W" a aiguns dias atras, um colega ^L^m detrabalho.ocupadoemcalcular m W inumeras engrenagens para um -*- -™- novo projeto, reclamava de ter que repassar os resultados para folhas de desenho atraves do AutoCad. Realmente a manipulagao de texto nao e o forte daquele software e a transcrigao de muitos dados alem de estafante chega a ser perigosa . Basta um pequeno erro e pronto, la se vao horas e mais horas na fabrica envolvendo equipamentos caros, muitos funcionarios, tecnicos e engenheiros..., ate que se descubra o erro. AutoCad, por outro lado, oferece muitas ferramentas pouco exploradas pelo usuario comum, ferramentas poderosas que possibilitam a manipulacao de bancos de dados, extragao de atributos e coisas do genero, normalmente nao afetas ao usuario tecnico ou ao engenheiro. Fui com o problema para casa e consultando os manuais do AutoCad descobri que esse tipo de problema tern .na verdade uma solucao bastante facil atraves de arquivos SCRIPT. Os arquivos SCRIPT funcionam mais ou menos como os arquivos BAT do DOS, na verdade sao arquivos de lote que armazenam comandos e dados que sao processados sequencialmente, como se estivessemos digitando-os a partir da linha de comandos. O AutoCad possui uma entidade bastante conhecida chamada BLOCO. Os blocos sao utilizados , principalmente, na construgao de bibliotecas de sTmbolos que podem ser inseridos em um desenho atraves do comando INSERT. Os blocos possuem uma propriedade que nao e tao explorada, o ATRIBUTO. Atributos sao basicamente variaveis do tipo texto que podem ser substituidas no momento da insercao do bloco, atraves da digitagao de seus valores na linha de comandos, desde que o mesmo tenha sido preparado para isso. Desse modo, transformando meu desenho padrao em um bloco contendo atributos e um arquivo SCRIPT contendo os valores das variaveis, meu problema estara solucionado sem que eu tenha que dar mais do que um comando no AutoCad, ou mesmo sem um unico comando sequer. exemplo aqui apresentado, parte de um desenho padrao do perfil de um barramento hipotetico utilizado apenas didaticamente. Nesse exemplo, parte-sede umprogramaemQBASIC, bastante simples, aonde se informa a largura do barramento. programa a partir deste dado calcuia os valores das outras dimensoes que sao definidas como funcoes da largura e cria o arquivo SCRIPT. p. .n.;t;'!£*K.*2r' '? -5 st&>'« !J' ; ' ii '.", J ..Vtu".\i.\W." 1 m '■•&:z$Si- . . . .'■. Artigo/Manipulacao de Variaveis Uma vez dentro do AutoCad, basta digitarmos na linha de comandos: SCRIPT e selecionar um dos arquivos gerados, pelo nome que Ihe atributmos no momenta da criagao e... pronto! Nossa tabela aparece quase que instantaneamente, totalmente preenchida. Algumas observacoes devem ser feitas: AutoCad reconhece espagos em brancos nas linhas de comandos como se fosse a tecla ENTER. Desse modo, o programa que ira gerar o arquivoSCRIPTdeveconterumarotina para eliminar os espagos no inicio dos campos. Em nosso exemplo, um pequeno loop cuida desta exigencia. Linhas em branco sao interpretadas pelo AutoCad como a tecla ENTER. Isso e bastante util porque basta uma linha em branco no arquivo SCRIPT para se aceitar uma condicao DEFAULT do AutoCad. Embora o programa exemplo seja bastante simples e em Qbasic, pode- se utilizar qualquer linguagem que permita manipulagao de arquivos, como o PASCAL ou o VISUAL BASIC. Construindo um bloco com atributos (variaveis) Entre no AutoCad e inicie um novo desenho atraves de File e New. Defina os limites com 270 x 205 e trace o desenho mostrado na figura. 40 Utilize as dimensoes para construir o desenho mas ao cotar, ao inves de aceitar o valores sugeridos pelo AutoCad, informe a letra que aparece ao lado do valor da dimensao. Construa uma tabela conforme a figura abaixo, ao lado do desenho. Utilize GRID e SNAP com espagamento de 5, para facilitar. (R) RAIO DO ROLETE: \NlEHSM SOBRE ROLETES Default attribute value: ENTER Attribute value: ENTER Jus tify/ Style/ : A essa ultima questao, responda posicionando o cursor com o mouse na tabela (figura 2) ao lado direito de "Dimensao sobre Roletes", como se estivesse posicionando um texto qualquer. Repita a serie de comandos, uma para cada linha da tabela que ao final da edigao devera estarcomo na figura 3. (R) RAIO DO ROLETE: TR (E) LARGURA DO BARRAMENTO: TE (D) ALTURA DO BARRAMENTO: TD (C) ALTURA DO RASGO: TC (B) ESPESSURA DA ALMA: TB (A) DIMENSAO SOBRE ROLETES: TA Entre agora com o comando BLOCK e responda aos prompts: Block name (or ?): TESTE Insertion base point: 0,0 Select objects: A essa ultima pergunta responda envolvendo em uma janela, com o mouse, o desenho e a tabela. Click o mouse aceitando a selegao. O desenho ira sumir da tela, mas nao se assuste, e assim mesmo. Entre com o comando INSERT e responda aos prompts: Block name (or ?): TESTE Insertion base point: 0,0 X scale factor <1> / Corner / XYZ: ENTER Y scale factor (default=X): ENTER Rotation angle <0> : ENTER Se voce fez tudo certinho, aparecerao novos prompts perguntando os valores que deseja dar as variaveis definidas (TA,TB t TC,TD,TE e TR). Anote em um papel, a sequencia com que os dados sao solicitados. Dimensao sobre roletes: ENTER Espessura da Alma: ENTER Altura do rasgo: ENTER Altura do barramento: ENTER Largura do Barramento: ENTER Raio do roiete: ENTER desenho ira reaparecer na tela com a tabela vazia. Se ao inves de digitar simplesmente ENTER, entrar com alguns valores, eles aparecerao na tabela. Delete o bloco e salve o arquivo como TESTE. Saia do AutoCad, entre no QBASIC e digite o programa PROGRAMA EM QBASIC ' ******************* *** ' * TESTE1 - PROGRAMA EXEMPLO PARA ENTRADA DE DADOS CALCULADOS ' * EM DESENHOS AutoCad - FCO 20/01/96 ' ******************** CLS DIM L$(12) INPUT "ENTRE COM A LARGURA DO BARRAMENTO: "; E Raio = .1 * E CaltRasgo = .2 * E DaltBarra = .4 * E PI = ATN(l) * 4 GRAU = PI / 180 *^S^sraJ»ra5g5SIS!SB5KS5agi Artigo/Manipulagao de Variaveis .... .... CATETO = Raio / TAN{22.5 * GRAU) Bespes = E - ({2 * Raio) + (2 * CATETO)) AentreRolos = Bespes + { (2 * Raio) + (2 * CATETO) ) PRINT "Entre rolos : ", AentreRolos PRINT "Espessura da Alma: ", Bespes PRINT "Altura do Rasgo : " , CaltRasgo PRINT "Altura do Barramento: " , DaltBarra PRINT "RAIO (R) ", Raio PRINT "bargura do Barramento: ", E INPUT "GERAR ARQUIVO PARA AUTOCAD R$ IF R$ = "S" OR R$ = "S" THEN INPUT "NOME DO ARQUIVO: ", ARQ$ CAMINHOI = "C:\ACAD\DES\" ' INFORME SUBDIRETORIO P/GRAVACAO NomeCompleto$ = CAMINHO$+ARQ$+" . SCR" L$(l) = "INSERT" L$(2) = "TESTE" L$(3) = "0,0" L${4) = L$(5) = L$(6) = L$(7) = STR$ (AentreRolos) L$(8) = STR$ (Bespes) L$(9) = 3TR$ (CaltRasgo) L$(10) = STR$ (DaltBarra) L$(ll) = STR$(E) L$(12) = STR$ (Raio) FOR I = 1 TO 12 L = LEN(L$ (I) ) B$ = "" FOR J = 1 TO L = MID$(L${I) , J, 1) A$ <> CHR${32) THEN = B$ + A$ A$ IF B$ END IF B$ NEXT J PRINT B$ L$(I) = NEXT I OPEN NomeCompleto$ FOR OUTPUT AS #1 FOR I = I TO 12 PRINT #1, L$(I) NEXT END IF INAUGURABO UM DOS MAIORES BBS BO BRASIL, A ALPHANET; INSMRABA NA ALTA TECNOLOGIA E QUALIBABE. Os usuarios ciberneticos brasileiros ja podem comemorar o nascimento de mais uma excelente opcao de services on-line, isto porque foi inaugurado urn dos maiores BBS do pais, a ALPHANET, totalmente multimidia. para se ter uma ideia do potencial de estrutura, a empresa possui 200 linhas telefonicas para conexoes, e esta disponibilizando, por enquanto, 100 linhas para seus atuais clientes. Localizada em uma das regides mais ricas de Sao Paulo, Alphaville, a empresa tambem opera com um provedor de acesso a internet com 3 canais de 64 Kbps ligados a rede mundia). A ALPHANET trabalha com hardware e softwares de ultima geracaoj possui, por exemplo, dois servidores Pentium 133 para arquivos e paginas Web, um servidor P{entium so para o controle de acesso a BBS, torres com HD SCSI (18 Gigabytes de armazenamento), 16 CD-Rom-SCSI entre outros equipamentos. Alem disso, suas linhas estSo todas padronizadas com modems USRobotics de 33.6 Kbps. O Gerenciamento e distribuicao de informacoes sao feitas atraves do programa "Worldgroup", um software multimidia para montagem de BBS profissional que trabalha em total ambiente Windows. Sua interface e bastante amigavel. Ao navegar pelas telas do novo BBS o usuario encontra varios servicos, entre eles alguns ineditos. A tela principal metaforiza uma metropole com suas opcoes de lazer, compra, cultura r dicas de video e TV, 12 tipos de jogos, correio eletronico, classificados, negocios, restaurantes, forum de assuntos especificos etc. Ao clicar no "predio" do Shopping o usuario tera opcoes de compras de inumeros produtos. Ja no predio do teatro, por exemplo, ele encontra uma extensa Hsta de pecas com seus respectivos elencos,, pre?os e locais onde acontecem os espetaculos. o mesmo ocorre ao clicar o "edtficio"do cinema. Entretanto, os servicos ineditos sao os que chamam mais atencSo, como os de "Radio Conferencia" o "Circuito Fechado de TV" e o "Resumo dos Jomais Diarios". Se o usuario possuir um Kit Multimidia e um microfone podera usar a Radio Conferencia, que permitem dois tipos de conversac6es: em grupo ele utiliza um canal comunitario e seleciona com quem, dos que estiverem conectados desja enviar sua voz, ja no dialogo chamado de ponto a ponto, a conversa e privada. No Circuito fechado de TV o usuario recebe imagens geradas pela ALPHANET E ainda para ficar bem informado, de uma forma sintetica, ele pode navegar por assuntos jornalisticos acessando uma esp6cie de clipping que fomece as pricipais noticias dos jornais diarios. "Resolvemos criar um BBS de alti'ssima qualidade porque acreditamos que estamos caminhando para viver em uma sociedade on-line, no Brasil este setor ainda e embrionario, por isso, consideramos este ano muito promissor", argumenta Marcelo Abrireli, um dos proprietaries da ALPHANET. A ALPHANET Comunicacao de Dados Ltda. fica na Canada das Flores, 7 - Alphaville, SP. PABX (011) 7295-9572 - Dados (011) 7295-9595 - Fax (011) 7295-8080. •JSSm mms^mm hi 'is'} ^■liiiiii^ ■J.^iW-.*^.-. .;,... -^ f=tjfirn°ifr . ^ http:ffwwwjgi.com ^ A Silicon Graphics consegue a proeza impressionar os leitores de sua pagina na Web tab bem quanto impressiona os espectadores de cinema no mundo inteiro com seus incriveis efeitos de computacao grafica Sua pagina WWW apresenta infoimacoes sobre a empresa Silicon Graphics, bem como a sua linha de produtos. O leitor pode ainda consultar as paginas WWW de algumas filiais espalhadas pelo mundo: Australia, Canada, Franca, Alemanha, Italia, Japao e Reino Unido. Infelizmentc ainda nao ha nenhuma filial com pagina em Portugues.,. Umagrandecnfaseedadaalinhade produtos WebFORCE, que consiste em uma solugao completa em software para autoria na Web e hardware para servidores. A WebFORCE comeca a se voltar tamtam para a Intranet, e o "link" sobre o assunto leva o leitor a textos bastante interessantes sobre as possibilidadesdaimplementacaodcumalntranetcmpresarial. A secao Technology & Developers fornece lodo o tipo de informacaotiulparadesenvolvedores.HaTartadocumcntacao, releases e pre-releases de diversas versoes de software da Silicon disponivel para download. Se voce estiver interessado em se aprimorar participando de eventos intcmacionais, a pagina informa oferece boas opcoes: ha seminarios na areade manipulacao de imagens ("managing image data"), de Web ("Silicon Graphics' and Netscape Seminar Series") e outros. O mais interessante da pagina e entrar na secao chamada Silicon Surf. E dificil descrever exatamente o que esta possa ser, mas e algo como uma revista em movimento dedicada a World Wide Web e que fala sobre a mesma atraves "da opiniab de clienles, parceiros e de todos aqueles para os quais a computacao visual faz a diferen9a". Vale a pena visitar periodicamente "Silicon Surf', pois e uma pagina de interesse vital para todos aqueles que tern interesse na Web, ou como a Silicon prefere dizer, pessoas que cncaram a Web como "serious fun"... Linux Home Page Vocecomcertezajaouviufalardopoderososistemaoperacional UNIX, e de sua versao para microcomputadores chamada Linux. O Linux e o que se pode chamar de urn verdadeiro milagre; exaustivamente testado e utilizado em diversas partes do mundo para cumprir as mais diversas tarefas (inclusive como servidor Internet) mostrou-sc estavel, rapido, confiavel... e gratuito!!! Instalado em um PC permitc uma solucao de baixo custo e que conta com todos os bencficios de uma arquitetura aberta, O nosso ilustre consultor tecnico, Marcelo Vianna, grande entusiasta deste sistema operacional, escreveu um artigo sobre o mesmo na edicao numero 155 deste periddico, ilustrando algumas de suas indmeras qualidades. O Linux conta com uma "home-page" muito interessante, que esclarece desde duvidas basicas sobre o mesmo ate outras mais complexas, apresentando uma grande variedade de "FAQs" e "HOWTOs" . Caso a duvida seja sobre um comando UNIX, ha "manual pages" disponiveis, que podem ser utilizadas digitando-se o comando sobre o qual se deseja algum esclarecimento ou navegando pelas se^oes dos manuais. Grupos de UseNet podem ser acessados por esta pagina, permitindo que usuarios do mundo inteiro possam trocar dicas, http ;//www Mnux.org sugestoes e opinioes, ou seja, voc6 jamais estara sozinho... As duas grandes curiosidades da pagina sao o "link" de documentacao do projeto Linux, inclusive com o "Linux Documentation Project Manifesto" e o "Linux on the Web", que fornece "links" para paginas e mais paginas Web relacionadasaeste sistema operacional. M m mm WW1- , | .i 'i n ( ..| ij^i r O .. ESJ w Antonio Marcelo \ i A Internet ja esta fazendo parte de nosso /% dia a dia. Muitas pessoas ja contain em / M suas casas ( pelo menos nos grandes centros de nosso pais ) com a possiblidade de filiar-se a um provedor de acesso e sair nayegando pela Web. A m ass iva propaganda que vem sendo realizada nao so pela imprensa, mas tambem pelas empresas de informatica, a respeito dos negocios fabulosos da Internet, tern criado muita expectativa nos empresarios, com a possibilidade de gerar uma nova fonte de renda com computadores. A verdade e que neste momento no Brasil ainda esta havendo a formacao de uma cultura do usuario que usa modem, da utilizacao do e-mail como meio de comunicacao internacional, e tantas outras facetas da Internet que mal sao exploradas pelos Intemautas nacionais. Como entao criar uma estrutura que levasse a Internet para as empresas, sem a necessidade de montartodauma estrutura, com linhasdedicadas, roteadores, workstations, etc.? A resposta esta surgindo atraves da Intranet, uma forma de Internet "caseira" do qual varias empresas americanas tern adotado em sua estrutura. O QUE E A INTRANET ? A Intranet e uma filosofia baseada numa arquitetura cliente/servidor, que consiste em simular uma estrutura Internet com servicos tradiconaiscomo : FTP, WWW, Gopher, WAIS, Correio Eletronico etc... onde os usuarios poderiam acessar setores da empresa, transformados em "sites" www, e navegar por esta rede. Vamos observar o esquema na fig. 1 para entedermos melhor. Gateway Servidor NT on UNIX, com servigos HTTP, FTP, etc.. Com As Home Pages dos Setores Inst&tadas Cliente I - Seior de Contdbflsdade . Admin itstra sua Home Page no Servidor Acesso a outios Clientes, Disponibiliza MbrmacSes em suas "Home Pges" no servidor Cliente 11 -Setorde RH. Adrimustim sua Home Page no Servidor Acesso a outras Clie rites, Dispoiubitiza Inibrmasoes em suas "HomePges"r«5 servidor Clierdein-Setordft DP. Admirdstra sua Horns Page no Servidor Acesso a outros Clientes, Disponibihza Irformai;8es em suas "Home Pges"ao serviebr Clients IV - Usuaiio Fas seu acesso ao servidor e mbusca das tnfbrm&foes postadaa pelos setores em suas Home-Pages Figura I - Diagrama em Biocos de uma Estrutura Intranet Imaginemos que a empresa acima montou esta estrutura e a esta usando para seus funcionarios se comunicarem e disponibilizarem as informacoes importantes dos setores. Na realidade o que vemos e um servidor com servigos do tipo HTTP ( Hypertext Transfer Protocol - padrao para browsers graficos ), FTP ( File Transfer Protocol ) e SMTP ( Simple Mail Transfer Protocol - Protocolo para transmissao de Correio Eletronico ), c em alguns casos algumas empresas ainda instalam um servidor WA1S e ate um servico Finger. ' ( mm Iff Mm& • . ■ ■ . . . . . Artigo /Intranet Normalmente uma configuragao Internet t baseada numa estrutura Unix, sendo executada em uma Workstation, solucoes que sao caras para certos clientes e carente de manutengao num mercado que basicamente e dominado pelo DOS e o Windows. O despreparo do mercado em tratar o Unix com o devido respeito que ihe convem, causa uma sene de dificuldades em implantacao de urn rede Intranet. Existem solucoes alternativas ? O que fazer ? O QUE E NECESSARIO PARA SE CRIAR UM AMBIENTE INTRANET ? Antes de tudo uma rede falando TCP- IP, pois basicamente todos os servicos Internet baseiam-se nest protocolo. Feito isto escolher um sistemas operacional que suporte TCP-IP, poderfamos citar os seguintes : - Unix ( quase que a totalidade de servidores Internet ) - Windows NT 3.51 -OS/2 Na maioria das empresas em nosso pais, a cultura baseada em Unix, foi usada durante muito tempo em maquinas de m6dio porte, com o advento das redes Novell e o ambiente graTico (Windows e OS2), o Unix foi "abandonado" como ambiente SOHO, dando lugar a outros program as. O PC passou por um perfodo de barateamento e as empresas enxergaram que a integracao era um caminho para a resolucao de problemas de comunicagao internae externa, bem como a criacao de uma cultura usu&ria de microcomputadores. Com o advento da Internet o Unix voltou com forga total no papel do sistema operacional do Provedor, ou seja da maquina que permite ao usuario comum, falando TCP-IP, conectar-se a Internet. Mas o custo 6 muito alto para pequena e m£dia empresa, comprar uma estrutura baseada em Unix, normalmente representada por uma" Workstation, ( Silicon Graphics, Sun ou IBM ), um Servi9oHTTP (suporte WWW) hardware de apoio como : roteadores, cabos, placas de rede, etc... e uma carga de softwares dedicados a estas atividades. Um outro custo talvez o mais importante, seja treinar uma mao de obra especializada para assumir a administraeao desta estrutura e mante- la funcionando a contendo. Isto 6 caro hoje, talvez nafaixa de uns R$ 200.000,00, custo proibitivo para estas empresas citadas anteriormente. SOLUCOES ALTERNATIVAS : Uma solucao que diz respeito a apresentada acima seria adotar o ambiente Windows NT. Hoje a Microsoft esta investindo pesado no que diz respeito a softwares de servicos Internet para seu sistema operacional. O NT que ja incorpora em sua estrutura servicos TCP-IP, SMTP, FTP e Telnet, possui a estabilidade e a robustez suficiente para executar um ambiente Intranet, tern agora uma gama de servidores comerciais basaeados na estrutura HTTP, services WAIS, scrvigos Finger e at6 Gopher. Muitas empresas, inclusive a Netscape, estao acreditando que o sistema operacional do escrit6rio do futuro seraaquele que fale TCP- IP, tenha total suporte a conexao Internet, via seus aplicativos e quepermitaao usuario, flexibilidade na manipula^ao destas in formates. O NT esta sendo muito cotado, pois parece que a Novell esta lentamente perdendo o mercado de redes para a Microsoft. A nova versao 4.0 do NT esti prometendo uma nova sene de servicos, inclusive a padronizagao de uma interface Windows 95 Like, e toda uma Servidor NT3.51 - Com Protocolo TCP-IP Scrvicjo FTP/Telnet (nativo do NT) Servi?o SMTP (E-mail ) Scrvi^oWAIS (Pesquisas) estrutura cliente servidor, voltada para atender servigos Internet. Como seria uma estrutura baseada em Windows NT ? Observemos o diagrama acima. O que vemos £ um servidor com todo o suporte necessario para fazer o papel de um provedor Internet. Vamos obscrvar agora a rede montada no diagrama no p6 da pagina para enterdemos melhor : Na figura abaixo vemos o exemplo de um dominio NT, fazendo a conectividade via TCP-IP com outros dominios da empresa. E possfvel atravds de um roteador, acessar outros departamentos, localmente ou remotamente. O usuario estard neste caso acessando uma Intranet, com possiblidade de ate mesmo acessar a Internet, via um servigo de conexao rem ota. A REVOLUCAO DA INTRANET A tecnologia hoje esta totalmente apta para desen vol ver sistemas de informacao corporativa baseadas na arquitetura Cliente- Servidor, varias atividades, estao sendo utilizadas entre elas podemos citar 1) Publicacao de documentos corporativos ; O departamento de RH de varias empresas americanas estao dispo- nibilizando v^rios manuais de procedimentos internos, dentro de uma estrutura Intranet. Os antigos gastos com gr£ficas, estao sendo cortados gradualmentejaqueaatualizagaodestes Rotwdcr Domittfo WT ) ".! I £stef2foB\ &teg&C Ettaffo X Aviso / Intranet documentos, estao sendo feitas on-line pelos funcionarios. As vaniagens e a econdmia estao criando at£ reinvestimentos dentro do organismo empresarial. 2) Treinaraentos corporativos : Novamente o RH tern uma fen-amenta poderosa para efetuar o treinamento de funcionarios. Servicos baseados em formul&rios sendo executados em estruturas CGI-Bin e Java, podem criar cursos interativos e cortar muitos custos. O CBT baseado em Intranet tern dado mais resultados do que o CBT em CD- ROM, ja que existem um elemento sob a forma de um instrutor virtual que pode responder duvidas via e-mail. Existe tamb6m a possiblidade de simular ambientes de trabalho de softwares, ou sistemas de banco de dados. 3) Relat6rios Corporativos : A criacao de uma home page central, onde podem ser mostradas as principais noticiasdaempresa, substituemostediosos relat6rios e os gastos com a emissao de notas internas. A notfcia pode ser passada de maneira rapida e facilmente atualizada. 4) Distribugao / Homologacao de Softwares : Uma politica que jA esta" sendo usada por muitas empresas na implantacao de projetos de integracao, e que tern dado 6timos resultados. O software pode ser testado por um pequeno grupo pioneiro e depois distribuido pela empresa, a partir das experiencias adquiridas por este grupo. O E-mail, bem como a criacao de um grupo de discussao, podem ajudar a sanar duvidas de toda a estrutura. A tecnologia Intranet fornece ferramentas, padroes e novas formas de aproximar econsequentemente de resolver os problemas do mundo dos negdcios de hoje. A beleza destas tecnologias adveem de sua simplicidade e elegancia na solueao de problemas empresariais. COMO MONTAR UM PROVEDOR INTRANET : Q CAMINHO DA MONTANHA. Nao adianta mostrarmos um belo conceito, bem como explicarmos o suporte te6rico da Intranet, sem mostrarmos como criar uma. A solupao que adotamos como ja mostramos anteriormente foi uma Intranet sendo executada em cima do ambiente NT. A rede em questao foi montada pela equipe da Microsistemas na empresa de treinamento Qualify, no Rio de Janeiro, e a mesma foi testada durante trSs semanas em dois cursos de Internet, do qual foi simulado um ambiente da Web dentro da empresa. A configura^ao do do utilizado foi o seguinte : Um IBM Aptiva DX2 66 Mhz com 16Mbytesdemem6riaRAM, monitor SVGA, 540 Mbytes de disco rfgido e unidade de CD-ROM. A versao do NT era um NT Server 3.51, conectado a otto estacoes executando Windows 95, com as mesmas caracterf sticas de hardware acima. Os softwares para a Intranet do servidor foram os seguintes : Servico HTTP - Software Alibaba, um shareware com validade de 60 dias para apreciacao. ( nao estava ainda disponivel o servidor comercial da Netscape, nem o da Microsoft ) Servico FTP - O servico FTP nativo do prfjprio NT, que permite inclusive o acesso por usuario do tipo anonymous. Servico WAIS - Servidor WAIS da Emwac, shareware, que permitia manipular uma base de dados em cima de um arquivo TXT. Servico E-mail - Servidor SMTP da Emwac, shareware, que permitia integracao com o mail da Microsoft ( apesar de ocorrer alguns bugs com o exchange do 95) Servico Telnet - Servico nativo do proprio NT, Rotinas CGI-BIN - Diversas encontradas na Internet de dominfo publico, dais quais destacamos : contador e servico de formulario Softwares Intranet dos Clientes : Browser - Nestcape Navigator 2.0 versao final e Microsoft Internet Explorer. FTP - WSFTP, shareware. E-mail - Microsoft Mail e Exchange. Telnet - Telnet residente do Windows 95 . Software de desenvolvimento de Home Pages : Hot Dog - Editor HTML, shareware da Sausage americana Internet Assist para o Word - Software shareware da Microsoft para o Word 6.0 em ingles. A Intranet em questao foi montada num periodo de 2 semanas, desde a definicao dos endere^os IP iniciais e a criacao de um dominio interno, do qual o usuano pudesse resolver por nomes as chamadas das Home Pages ( ex : www.qualify.com.br ). A inslalacao foi feitaemcimadeumaredepadrao Ethernet, com placas NE 2000 interligando os cquipamentos via cabo coaxial. Uma das caracteristicas mais interessantes,foiautilizacaodesta Intranet para ministrar-se um curso sobre Internet, que em certomomento chegou aconfundir os alunos, pois os mesmos pensaram estar navegando realmente na Web. Um dos problemas que forma enfrentados foi um fatorquesetornoucomumaredesrodando softwares baseados em interfaces graTicas : velocidade. Os 16Mbytesdoservidorsemostraram insuficientes em certos momentos e a performance caiu assustadoramente, principalmente em servicos HTPP, onde o carregamento de uma p&gina HTML, se tornava muito penoso. O administrador da rede deve ter em conta isto, no momento de dimensionar sua Intranet, ja que os servicos exigem muito da maquina que esta" coordenando csta estrutura. Os componentes acima nalizados, apesar de novos nao sao estranhos amaioria das pessoas que trabalham com informauca.Ofato6queestesmecanimos, m6todos e tecnologias seguem padroes consistentes, dos quais hoje ja possuem base sdlida e que podem ter um efeito significativo no organismo corporativo. Poderiamos enumerar vanas razees porque a Internet esui causando um impacto dramatico no trabalho com softwares de ambiente corporativo, entre elas : a) Universalidade das Comunicacoes - Um deparatmento/individuo podem interagirnum ambiente Intranetcom outro departamento/individuo e at6 com parceiros remotos. b) Performance - Redes de alta velocidade com ampla largura de banda podem habilitar o uso de videoconferencia, som, imagens e outros recursos de multimidia. c)ConfiabiIidade- A tecnologia da Internet sem duvida 6 confiavel e robusta. """twill Artiso /Intranet d) Custo - baixo, comparado com outras tecnologias similares ( a maioria dos softwares situam-se abaixo da faixa de U$500,00 ! ) e) Padronizacao - Adocao de protocolos padrao, TCP-IP, FTP, MIME, APIs, Java e toda uma tecnologia que ja conta com uma grande gama de ferramentas de produtividade, permitem de maneira rapida promover a integracao, inclusive a nfvel remote A INTRANET NAO E SO BITS, E INFORMAgAO... ,...Rapida,eficienteealtamenteflexiveI. Com uma estrutura deste tipo a disseminacao de qualquer tipo de comunicado 6 quase que instantaneo. Apesar de hoje o E-mail ser uma das formas mais rapidas e eficientes dc falarmos com as pessoas, a Intranet 6 o pr6ximo passo nesta caminhada. As constantes tecnologias e inovacoes que vem surgindo dentro do ambiente da Internet como o Java e o VRML, que hoje estao impraticaveis devido a velocidade, podem ja ser implantadas dentro de uma Intranet de alta velocidade. Urn verdadeiro laboratorio pode ser oferecido aodesen volvedor, se seuproduto alcancar o objeti vo desejado dentro de urn "laboratorio Intranet". Muitas empresas j£ estao trabalhando em solucoes Intranet, inv6s de produtos para a Internet. Mas muita gente j£ deve estar pensando erroncamente : no futuro a Internet e as Intranets vao estar competindo.... A Intranet € urn subproduto da Internet e uma 6 o complemento da outra, Pode-se especular que a Intranet seja a porta de saida para a Internet em muitas empresas. O usu£rio dentro de algum tempo estarA operando de maneira direta, Internet e Intranet, numa juncao que poder£ ser enfim a integracao de informaeoes corporarivas. Em nosso pais este assunto estA sendo tratado de maneira seria e algumas empresas estao enxergando na Intranet, uma maneira economica de resolver problemas como : manualizacaointerr^neiriamentocorrxiranvo, comunicacao remota enlre filiais, etc... O principal produto da Intranet 6 a Informacao, esta que hoje passa a ser em muitos momentos papel moeda, ja que a integracao mundial em termos de comunicagao, esta* cada vez maior. Os avancos que as telecomunicacoes vem causado em nosso mundo, enfim esta transformando o jargao daaldeia global em realidade. Apesar de vivermos num pais onde a maioria da populacao nunca chegou perto de um computadore muitos nuncachegaram a falar num telefone, estamos passando por um boom na Internet. O Brasil sozinho tern mais usuarios Internet que toda a America Latina ( Anacronismos de nosso pais...), e que esta com uma tendeneia de crescimento cada vez maior nesta area. Praticamente os computadores comprados pelos usuanos atuais vem com um modem e o constante surgimento de novos provedores 6 mais um fator que o pais esta absorvendo esta tecnologia de maneira voraz. Estacaracteristicas de paises de terceiro mundo de pegar tecnologias de ponta e "saltar" as ctapas de seu desenvolviemnto e" boa e ao mesmo tempo ruim, j& que na maioria das vezes o que temos 6 uma caixa preta a ser aberta. Finalizando, a Intranet esta af e as empresas estao de olho nela. Como uma ferramenta de integracao e produtividade, este conceitoest&causando uma revolucao em muitas estruturas empresariais que j& participam hoje da Internet, seja em forma de Homepages ou em forma de servicos. E apenas uma questao de tempo para este conceito invadir e ser usado pelas grandes corporacoes em seu dia a dia, basta apenas a tecnologia da Intranet alcancar o meio empresarial. Levando em conta que os softwares estao ficando cada vez mais simples e baratos, poderemos contar no futuro proximo com uma tecnologia do tipo video/audio on demmand dentro das empresas promovendo a integracao total. Antonio Marcela 4 Editor da Micro Sistemas e consultor de informdtica ha 7 anos e esta aberto para sugestdes e criticas pelos enderecos eletronicos : jfonseca@infotink.com.br e ffonseca @ax.ibase.org.br De uma chance ao sucesso ^lioro Onde est* aquele super-fantAstico-incnVel programa que voc6 fez? E aquela rotina maravilhosa? Estao guardados numa gaveta? Ningudm, alem de voce\ connece esse trabalho? SSc*SSf™SfSS midadC ^ m ° Strar ° quant ° voc6 sabe sobr ~ informatica, programacao, linguagens, A revista Micro Sistemas f a unica publicacSo nacional que abre espago para trabalho feitos no Brasil Ela d o umco vefculo editorial que publica colaboragoes dos seus leitores nSonal^yiS?^^ 81206880 i***}*™ 1 da «v«ta. afinal, grande parte dos profissionais com projecao nacional neste mercado, foram ou ainda sao colaboradores da Micro Sistemas K-ntao, o que voce esta esperando para fazer parte deste time? COLABORACOES: ^jfaSn^^^" W**WJ?P de T 1 ^? (Programas, artigos, cr5nicas, etc). Para que seu trabalho seja avaiiado por nossa eftuipe 6 imprescindfvel que: J - os textos, listagens. ilustracoes, desenhos, etc venham em disquete 5 1/4 padrSo IBM PC- - os programas devem incluir a versao compilada e exemplos (se for o caso): - copia impressa do texto e das listagens; - a Jtorizacao impressa e assinada. para a publicacao do material* currfculo do autor. S^SJl^i? 1 enviad ? P ar * a. revista nao sera devolvido. Os autores das materias publicadas receberao uma assinatura anual de Micro Sistemas. p *Sb£Z-' '■ ■ ''•Y'v ■* vS ■■'■'■■!■• '«'<'■■ - iTykitUii^l Leandro Loureiro Futebol...paixao nacionaL.paixao mundial! Voce se lembra do Telejogo Philco? Ele foi o primeiro viodeogame (se e que pode se chamar aquilo de videogame) e sucesso absoiuto na epoca. Ele vinha com 3 jogos: Tents, Paredao e ... Futebol. Depois veio Telejogo II, com 10 jogos e o futebol continuava nele. Surgiram os videogames de 8 bits, 16 bits, 32 bits e atualmente temos os de 64 bits. Jogos de futebol foram produzidos para todos eles, sofisticado-os de acordo com avanco da tecnologia, tornando-os mais pr6ximos da 9 m m mm* ^F* mm ~^^^ lu ^iP™^W>P « l t ■-. ( I'tlljiUiflUl'i (,IS < hristopha A. Patcnon tfifhhouse 11:00 At 19:00 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30 Unfa Wanhoustng AikIil 1 L /.iiniliriui Computer As st* late.\ ( 'liente/Srrvidor t> Dbitrilndeiiti de tktdn\ I Vmiiiuld N. Cnrhi Itauttf I'luli i> IhmtnmtvimenUt Orientedo n Objetos I'V'mmiilii Xiiiictics KI'Mt, It HA e Hnumdwrla do ( 'onlwewwiUo Emmanuel PwtutM Grual Ambltntti dv Ih'wnvtdvimvnio WilwmC. ikSilva MSA'hifoi 1! :00 6s 19:00 8:30 6*17:30 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30 8:30 6s 17:30 Internet Alberto S u / mi n Vulk'i luV Slot iti > Hit i xi I I'LVIAFOKMAS II ■('. 1)\ INFORMACAO Kent's I, Otitis C Keimiiiis UhioV, Elian Novell 8:30 6s 17:30 OS/2 Cliuclii) Qunreumfl IBM 8:30 6*17:30 HetHiimarkiitu JoSl! I 1 MllltllR-h Im. than < orfHirutltm Rettes f 'arparativas V ('In in M. Frrro ( "timputuedo Mavrl Ana 1 . Kftvesi Microsoft Workgroup Computing Pflbio Ortiz Ji DOS SI 8:30 6s 1 7:30 8:30 6s 1 7:30 8:30 6s 1 7:30 Windows 9.5 e XT l.ui/ Biinhura Microsoft UNIX Unt- G, doa Santos Brand hijiiiiiuiih a Apple Thomas Fischer Apple do Btmll 8:30 6s 1 7:30 8:30 6s 1 7:30 8:30 6* 1 7:30 BIS I ,vn\ M. Hnriy thiisva Seguranfa da hijormticati Fi'iii.iniln Ncry tmpacto nos Ntgdcioi Rubetttt M In Price Waierhouse Congresso Usudtio 11:00 6s 19:00 Ml fill III. I INiulo M ( 'iirv.illin li Unkatnp Ijisint) I. IIC if II t 'nl It'll Smart Kii»i.iIhIhI.hIi HSmlda Mclluy //// Ctmsit I In rid AdviK'jK'iti Carlos J. Pcrcira I'tivil •Qualidadeem Software •Novas Pcitdditfiuns para a Ambiente de Desenvotvimenlo de Si sterna s • Suporto Ticn'lCO ttm Inifjo h scold • Microsoft Exchange Server coma infraastrutura para o Natural Groupware • A Aicjtjitetuia de Oesenvolvimento Clionl»3-5orvldor 3 Tiw • Workgroup Computing Internet Concorwnfas ou CompfofTltntarss •A Internet Disseminada na Plataforma M11 losnft (Pdintjl ) • Unix-Ambiente Operacionol para ffpr/ps Corporatives • RDA/RDO Ulili/dc;d() da Objetos Rftmotos • Topohgia de Redes Locals • Reloffio Custo/Baneffcio sntre as Principals Tecnologias Di^poniveis no Morcado 'I'm tii ilt it ll< t ■/<■ /■'<•'/<■'■ -/(' IV tl 1 ii/xj Interativos por fibras (Opticas • Uso Cambinadn an Inlornct « I5DN ' !Va Ccthu - Porta de Entrada para INTERNET • Como tornar sua omnrosa vlslvnl mi INTFRNFf *Desafios do home-bonking via INTERNET •Tscnologias [una o litiplrinkii^clo de um Servidor Internet Corporative • Hipnrconsuttoria • Rgongenharia do Markfttiny alraves (Ir Dutti Minnie • Sistoma Intvligariln fiain Vtwdtts u Matktditig • Redes Inteligenres • Conoctividado Remain •Hrewall corno Recurso para Seguranca de Redts • Coso.i Rrtnix (in Sislrmti* tit: Imagem de Escritorio na PETROBRAS • Mtillnnl'dio lid (• dui.dcfiu • Redes • O Novo Mercada para Muhimidia • Take youi BiisiriHM to ihe Nel LIS Datawarehouse *A Infernal am 1996: O CfU0 vein dtpoli ? Reserve sua tnsu'i\;in pani o Congresso Fenasoft'% c garanla os desennlos pruiiKH imuiis, basta preencher os dados abaixo selecionando os dias desejados: PS/ Escolha sua opcOo de portlclpa^flo: I I INTEGRAL (partklpa^ia em linlns ns (tins du ( "(iriiiitsMil I i IMAKIA i .in im Congresso) □ I'EMA □ 4 "[)IA □ 1" 1)1 A □ V'DIA I I FDIA CEP Telefone FAXL 1 11 has do insCricfio incompletas ou incorretas ndo seroo pracessadas ate que s«jdm < ornplementadas I Para maiores I iilorm tiroes ligun (048} 224,4305 Ramal 150-Dep. de Congressos. A partir de 14 de julho'96 so serdo aceitas I InscrlfOtj nn 5ocrotaria do Congresso no Paldcio das Conven*;6es do Anhembi • SP ou pelo Televendas (01 1) 829.6612, Remera l sua ficha de inscri^ao para: Fenasoft Feiras Comerciais Ltda. Av. 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VIII FEIRA DE INFORMATICA E TELECOMUNICAgOES TO KSTAIX) DE GOlAS De 17 a 21 de junho - Cento de Cubum e Convengdes de Goidma Promogao: Co-promo^ao; Apoio: E S 4 -GO SEBRAE SINDINFORMATICA GO Reallza^ao, montagem e vendas: TECNIPROM & ««>( tutos Gkandfs Evfntds. GrandU Ntcrtcios. Central de Informasoes: Goiania (062) 249-0588 Sao Paulo (01 1 ) 572-6775